Elasticsearch: buscas avançadas sem mistério

Nos últimos tempos, uma nova referência em search engine vem surgindo dentre o mundo dos desenvolvedores: o Elasticsearch.  A partir de então, conceituar e compreender do que se trata essa tecnologia que promete um sistema de buscas descomplicado virou meta para todos.

Neste artigo, tentarei trazer, sem mistério, alguns tópicos importantes sobre o mecanismo e de que forma ele pode impactar positivamente em sua rotina.

O que é Elasticsearch?

Assim como alguns dos conceitos do mundo web, o Elasticsearch possui uma série de diferentes atribuições. Em consequência disso, é possível que você encontre pela rede diferentes descrições para ele. Vamos nos ater, no entanto, àquela que engloba de forma simples e concisa as reais funcionalidades do projeto.

  • É um sistema de busca de código aberto (cujo código-fonte pode ser moldado de acordo com a finalidade do usuário);
  • Foi desenvolvido sob a base do Lucene, um software de busca e database escrito na linguagem Java. Pode-se dizer que o Elasticsearch é uma evolução do Lucene, já que simplifica e torna menos complexa a estrutura de sua interdace-base.
  • Possui, além do mecanismo de busca, a funcionalidade de pesquisas full text (pesquisa otimizada que oferece resultados mais precisos), além de análises de dados precisas e fornecidas em tempo real.
Já pensou em otimizar seu sistema de buscas tornando-o mais eficiente? Conheça uma alternativa que já faz parte da vida de muitas corporações: Click To Tweet

Como funciona?

O ElasticSearch disponibiliza seus dados (que são armazenados em forma de documentos, que são armazenados em conjuntos correlacionados) em JSON, um formato compacto para a transação de dados e que interage com os principais bancos de dados existentes.

O serviço armazena seus dados de forma não-relacional, ou seja, com estruturas flexíveis, com alta escalabilidade, disponibilidade e baixo custo operacional. Como consequência, ele permite a retomada de buscas pesadas, com análise de grandes volumes de informação em tempo curto.

Para otimizar as buscas, existe também o Índice Invertido, técnica usada pelo Elasticsearch para permitir que os usuários encontrem seus resultados com rapidez e eficácia.

Quais as vantagens do Elasticsearch?

  • Possui um sistema de instalação e execução fácil, com tutoriais disponíveis no próprio site;
  • Por ser desenvolvido em Java, é compatível com um grande número de plataformas;
  • Seu tempo de resposta é bastante alto, o que faz com que um documento adicionado seja incorporado às buscas segundos após sua inserção no sistema;
  • Permite explorar dados em uma velocidade e escala muito superiores às anteriormente disponibilizadas;
  • Pode ser usado por grandes corporações e também pequenas, como start-ups ou por desenvolvedores;
  • Possui recursos adicionais como geolocalização, analytics e outros.

Quem usa?

Por conta de suas potencialidades e facilidade de operação, o Elasticsearch se tornou aliado der grandes companhias, como a Wikipedia, Ifood, The Guardian, Vagas.com, Netflix, Linkedin, entre muitos outros!

O que achou deste inovador mecanismo? Conte aqui nos comentários ou entre em contato para conversarmos sobre estas e outras potencialidades cabíveis a seu projeto!

O que é CDN – Content Delivery Network?

Quando acessamos algum site, o conteúdo dele é baixado, mesmo que temporariamente para o computador. Isso já sabemos, mas de que forma acontece? É que vamos entender neste artigo sobre CDN.

Para que o conteúdo seja baixado, os desenvolvedores da página hospedam o material em algum lugar, no qual as informações são enviadas para a sua máquina, permitindo o bom funcionamento. Só que o conteúdo não está armazenado em um único lugar. Existe um tipo de teia de dispositivos que trabalha reunida para regionalizar o armazenamento dos dados, e isso facilita o acesso a eles, através de computadores de várias partes do mundo.

Agora, tudo vai fazer sentido, pois é aí que entra uma CDN – sigla em inglês para Content Delivery Network. A Rede de Distribuição de Conteúdo permite fornecer as informações na web de maneira mais rápida a um grande número de usuários, distribuindo-as por múltiplos servidores, através da duplicação e do direcionamento do conteúdo ao utilizador com base na proximidade do servidor.

Várias empresas a nível mundial oferecem esse serviço para que grandes sites, acessados de diferentes locais, tenham agilidade na entrega do produto.

Saiba o que é uma CDN, uma Rede de Distribuição de Conteúdo. Ela permite fornecer conteúdo web de maneira mais rápida a um grande número de usuários. Click To Tweet

E o que faz a CDN?

Com a ideia do tamanho da internet hoje em dia, sabemos que é inviável distribuir os conteúdos para bilhões de dispositivos de lugares fixos. Vamos exemplificar: o Google e o Facebook trabalham com bilhões de acessos a todo instante, não é? Isso seria capaz de derrubar qualquer servidor se ele trabalhasse sozinho.

Portanto, para oferecer conteúdo com agilidade e estabilidade necessária, existem as CDNs, que são as redes não centralizadas em um único servidor. Elas hospedam um conteúdo em servidores espalhados em várias partes, e isso permite sua distribuição, independente de onde o acesso é feito.

Explicando ainda mais, isso mostra que quem acessa a rede do Brasil, por exemplo, recebe imagens, textos e códigos que um site oferece de um servidor próximo daqui. Já quem faz o mesmo no Canadá tem o conteúdo fornecido por servidores próximos de lá, aprimorando todo o processo e melhorando a experiência dos usuários.

Benefícios de uma CDN

Você já pensou utilizar uma CDN para seu site ou e-commerce? Atualmente, calcula-se que mais da metade do tráfego mundial passa por CDNs e a Akamai, a maior delas, trafega 30% de todos os dados do mundo. Todos os grandes sites utilizam CDNs, mas, agora, a tecnologia está acessível às médias e pequenas empresas.

Conheça alguns benefícios de uma CDN e como ela pode te ajudar a melhorar a competitividade do seu site.

Melhor desempenho e menor atraso

A CDN é uma maneira simples e fácil de aumentar a velocidade de carregamento dos websites e reduzir a latência, ou seja, o atraso.

Melhor SEO

Seu site terá melhor posicionamento de SEO, pois a velocidade da página é um fator muito importante no posicionamento dela nos resultados da busca orgânica. Além disso, a taxa de rejeição será menor porque a navegação é mais rápida, melhorando seu posicionamento.

Defesa contra DDoS

A CDN pode fornecer mais segurança. Isso porque todo o tráfego do site passa pela rede da CDN, e é nos servidores de borda dela que serão mitigados ataques DDoS. Enquanto isso, os usuários e o site e não perceberão que houve um ataque.

Ficou alguma dúvida? Deixe seu comentário abaixo.

Briefing para desenvolvimento web: 6 dicas para tornar o seu impecável

Se o objetivo é gerar expressividade para um negócio ou produto na rede, é indispensável criar um briefing, para ele, um website para divulgar suas características, diferenciais e contatos, certo?

E você já parou para pensar no quão importante é o alinhamento das expectativas do cliente e do desenvolvedor para com o projeto?

Para garantir que ambos trabalhem com foco no mesmo resultado, é fundamental que seja elaborado um briefing de qualidade. Quer entender um pouco mais sobre o processo do briefing? Então confira abaixo 6 dicas para otimizar o seu!

Antes de mais nada…

Vamos repassar um breve conceito de briefing para que fique mais fácil entender como ele funciona e por que é tão importante.

O Dicionário Michaelis define Briefing como um termo da área jornalística e de publicidade, sendo o “ato de transmitir informações básicas, instruções, normas, etc., elaborado de forma concisa, para orientar a execução de um determinado trabalho.” Deu pra ver que “orientação” é a palavra-chave desse conceito, não é?

No desenvolvimento web as coisas também seguem a mesma lógica: o briefing alinha, orienta e detalha as expectativas e objetivos principais do cliente para o desenvolvedor, buscando facilitar a fluidez do projeto e otimizando a entrega de um resultado final satisfatório para todos os envolvidos!

O briefing perfeito!

Mantendo em mente a busca pela clareza e pelo alinhamento de expectativas entre o cliente e o desenvolvedor, listo abaixo algumas dicas para se construir um briefing didático, funcional e prático. A forma como estas dicas serão incorporadas dependerá do método do desenvolvedor, muito embora seja de senso comum que conversas tidas pessoalmente enriquecem o briefing para além das informações pontuais que são obtidas por meio de conversas por redes sociais, e-mail ou até telefone.

Quer entender um pouco mais sobre o processo do briefing para web? Então clique e confira 6 dicas para otimizar o seu! Click To Tweet

DICA 1: descrevendo o objetivo do projeto:

Antes de mais nada, é preciso esclarecer o objetivo do projeto. Como é o posicionamento do negócio na web? O objetivo criar um website para potencializar a presença na rede ou revitalizar um projeto já existente?

DICA 2: conversando é que se entende!

Conhecer a fundo o negócio ou serviço para qual o website será desenvolvido é um grande trunfo para o desenvolvedor. Portanto, se você possui um negócio e quer uma boa página para ele, prepare-se para abrir o coração. Insira na conversa detalhes de como seu negócio surgiu, o que ele envolve, quais seus diferenciais e qual o perfil dele em relação ao mercado. Explique também como seu negócio se posiciona no mercado e quais estratégias de marketings já são usadas. Isso ajudará o desenvolvedor a pensar seu projeto de forma personalizada, encontrando para ele plug-ins e recursos específicos.

DICA 3: alinhando os aspectos técnicos:

Após a conversa inicial, já é possível partir para um papo mais direcionado à parte técnica do negócio. Nesse momento, os alinhamentos dirão respeito ao público-alvo do serviço (e aqui é importante buscar o máximo possível de detalhamento! Saber detalhes sobre o público que busca um serviço faz com que o desenvolvedor consiga falar melhor a língua daquele que deve ser impactado pelo projeto.), metas de curto, médio e longo prazo, diferenciais do serviço em relação à concorrência, serviços oferecidos. Nesse momento da conversa, já será possível construir um esboço preliminar das abas do site e do conteúdo abordado em cada uma delas.

DICA 4: conhecendo a concorrência e as referências:

Não deixem de alinhar, durante o briefing, os principais concorrentes do segmento e o que cada um deles faz de melhor e de pior. Possuir parâmetros comparativos auxilia –e muito! – na construção de um projeto que supere expectativas. Façam isso também com sites, em geral, que possuam ferramentas e recursos que agradem ao cliente. Essa etapa do briefing auxilia na construção da aparência buscada pelo cliente para seu projeto.

DICA 5: desenvolvedor, organize-se!

No briefing inicial já é possível elencar o que há de material consolidado sobre aquele negócio ou serviço e o que precisará ser elencado no momento de construção do site. É importante que o desenvolvedor se organize para possuir em mãos todas as informações necessárias no momento de colocar a mão na massa. Estabelecer um contato amigável durante o briefing tornará o processo de coleta de informações adicionais mais simples e fácil.

DICA 6: deixe o processo às claras!

Sabemos que o cliente deseja ver o resultado final do serviço contratado com o máximo de agilidade possível e que, por sua vez, o desenvolvedor precisa de um tempo-base para criar um projeto funcional e que atenda às necessidades do cliente. O briefing pode ser o momento inicial para deixar às claras esta etapa do processo. Conhecendo o timing do cliente, é possível para o desenvolvedor planejar-se em função do prazo que possui, negociando de antemão a necessidade de mais ou menos tempo para concluir o serviço acordado.

 

Para ajudar na otimização de seu processo de briefing, preparei um modelo para guiar a conversa entre cliente e desenvolvedor. Clique aqui, baixe o seu e depois me diga se o documento te ajudou!

Conhecendo melhor o CMS WordPress

Se você é um web developer antenado ou um curioso disposto a se aventurar no mundo web buscando os melhores serviços para alavancar seu site, com certeza ainda vai esbarrar no momento de escolha do seu CMS. Um CMS nada mais é do que um sistema de gerenciamento de conteúdo para seu site que é baseado numa plataforma de linguagem mais acessível, e que dispensa complexas programações.
Se o WordPress já apareceu em suas pesquisas, aproveite esse artigo para se aprofundar na plataforma com dicas valiosas sobre o CMS que te ajudarão a aproveitar o que ele oferece de melhor.

É um CMS gratuito!

Apesar de ser altamente popular e um dos recursos mais utilizados na rede por quem deseja dar o pontapé inicial na construção de um website – seja de forma amadora ou profissional –, o WordPress é um CMS inicialmente gratuito e “open source” (Código Aberto). Isso significa que, caso deseje, você pode alterar todo o sistema de acordo com o que mais se encaixar em suas necessidades.
*É importante reforçar que é possível que, em alguma etapa do processo, seja necessário agregar ao software algum elemento que possua custo, como um servidor ou plugin.

Possui interface simples e clean

Até para quem nunca se aventurou no mundo da programação, o WordPress se mostra amigável e facilmente compreensível. Desde a instalação até o momento de explorar a plataforma, o WordPress conta com interface clean e comandos bastante intuitivos. É totalmente possível que, após uma breve imersão no modus operandi do sistema, você já esteja dominando o processo básico e pronto para subir alguns degraus na escada do conhecimento avançado do CMS.

Se ligue nessas dicas valiosas sobre o CMS WordPress que te ajudarão a aproveitar o que ele oferece de melhor. Click To Tweet

Constantemente atualizado e com informações frequentemente alimentadas pela rede de usuários

Tão logo acessar o WordPress pela primeira vez (você pode fazer isso clicando aqui, você perceberá que a expressividade deste CMS no mercado realmente não está para brincadeira: 59% do mercado e 27,5% de toda a web operam segundo a plataforma.
Por esta razão, centenas de colaboradores e usuários fazem questão de contribuir e participar para garantir a otimização e usabilidade do sistema, seja por meio de updates oficiais ou fóruns na rede.
O fato é, meu amigo: sua dúvida sobre o WordPress jamais permanecerá sem respostas!

Temas, plug-ins e ferramentas de automação

A infinidade de temas, plug-ins e ferramentas gratuitas de automação disponíveis para teste e uso na plataforma WordPress sugerem uma experiência potencialmente rentável ao usuário, que encontrará um bom layout para dar em seu projeto o pontapé inicial. A facilidade em tornar layouts e projetos responsivos.

Até onde eu posso chegar com o WordPress?

O WordPress permite criar diversos projetos na rede, sejam eles simples ou mais complexos. Seu dinamismo e instintividade o levaram a se tornar um CMS popular entre os usuários que desejam criar sua própria experiência na rede, e suas funcionalidades múltiplas e seus plug-ins constantemente otimizados o tornaram elemento-chave também na rotina de programadores e desenvolvedores profissionais.

E aí, este artigo ajudou a entender melhor as funcionalidades e características do WordPress? Então compartilhe o material com quem também estiver interessado! Seus comentários e feedbacks são sempre bem-vindos!

Como escolher um bom plano de hospedagem para seu site em 4 passos

Se você está criando seu site ou pensando em criar, já pode ter aparecido aquela dúvida: qual melhor plano de hospedagem? Esse é um questionamento muito comum. Geralmente, as pessoas ficam nesse impasse, pois não sabem por onde começar. Mas este artigo vai te ajudar a nortear seus planos. Em apenas algumas etapas, você vai saber escolher o melhor plano de hospedagem para seu site.

Primeiramente, você deve saber que a empresa de hospedagem precisa oferecer a você um serviço de qualidade, além de um suporte disponível. Com isso, você terá a certeza que seu site não ficará indisponível no momento que mais precisa.

Sabendo disso, é importante escolher o melhor plano, pois cada um possui configurações específicas que podem mudar de uma empresa para outra. Confira agora como escolher o melhor plano de hospedagem em 4 passos para não ter complicações no futuro.

Escolha o melhor plano de hospedagem. Cada um possui configurações específicas e você deve saber disso para não ter complicações no futuro. Click To Tweet

Qual o tamanho do seu site?

Você sabe se seu site será pequeno ou grande, mas é bom saber, também, mais ou menos, quantas páginas ele terá. Caso ainda não saiba, pense nisso e na quantidade de vídeos, imagens e áudios publicados. Respondendo a essas perguntas, você poderá determinar o espaço em disco necessário para sua hospedagem.

De pequeno a médio – é a categoria que a maioria dos sites se encaixa. Se o seu site ou blog ocupa o espaço de até 100 GB, a hospedagem de sites atenderá às suas necessidades. Além disso, é a opção com investimentos acessíveis.

Sites grandes – os que possuem muito conteúdo multimídia e que ocupam espaço em disco superior a 100 GB. Por exemplo, portais de conteúdo. Neste caso, é indicado contratar um plano como um servidor VPS, dedicado ou cloud (armazenamento na nuvem).

Qual será o tráfego do seu site?

Ou seja, qual será o número de acessos nele? Avaliar isso é essencial devido a transferência oferecida pelos planos de hospedagem. Caso possua acessos moderados e uniformes, uma hospedagem compartilhada é indicada, pois será suficiente. Mas se possui muitos acessos, que podem consumir rapidamente os recursos do plano de hospedagem, a recomendação é contratar a hospedagem cloud ou um servidor dedicado.

Qual tipo de site vai criar?

Blogs – eles podem, geralmente, utilizar uma hospedagem compartilhada, caso tenham um tráfego uniforme. Dependerá somente se terá picos de tráfego (como quando um texto é publicado e o número de acessos aumenta). Se for alto esse número, opte pela hospedagem cloud ou de um servidor dedicado.

E-commerce – neste caso, a hospedagem deve oferecer o protocolo de segurança SSL, para garantir a segurança dos dados dos seus clientes, através da criptografia nas informações enviadas e recebidas.

O plano de hospedagem vai depender do tamanho da loja. Se for pequeno, uma hospedagem de sites compartilhada (que ofereça SSL, claro) atenderá às suas necessidades. Um e-commerce maior demanda um servidor dedicado ou cloud.

Site institucional
– Se o site é uma empresa pequena ou um site pessoal, a hospedagem compartilhada pode ser suficiente, pois não ocupa muito espaço em disco. Mas se o site tiver um pico de acesso repentino, ele pode sair do ar. Atente-se a isso!

Como avaliar o plano de hospedagem na hora de contratar?

Você deve responder aos questionamentos:
Qual o limite de tráfego do plano de hospedagem? Qual o espaço em disco oferecido pelo plano contratado? Quantas contas de e-mail serão necessárias (e o espaço para cada uma)? Qual plataforma é oferecida (Windows ou Linux)? O certificado SSL é gratuito?

Sempre leve em consideração o que a empresa está oferecendo. Se é um bom plano de hospedagem e suas garantias.

Estas dicas te ajudaram a escolher o melhor plano de hospedagem? Tem mais dúvidas? Entre em contato agora e saiba mais.

7 tipos de e-commerce mais comuns no Brasil

O comércio eletrônico já é uma realidade muito comum no Brasil, mas muitos não sabem que existem diversas modalidades. De maneira geral, quando se pensa em um e-commerce, o que vem à mente é uma transição comercial online entre fornecedor e cliente. Embora essa não seja a única explicação, não está errado. O comércio eletrônico é definido como o processo de compra e venda de produtos e serviços pela internet, com o propósito de realizar negócios entre organizações e pessoas.

Muitas empresas estão inaugurando sua loja virtual e o consumidor só tem a ganhar com isso. Com o grande avanço, as lojas físicas que não expandem seus negócios para o mundo virtual, acabam perdendo para quem já tem presença registrada.

O que é e-commerce?

O e-commerce ou eletronic commerce significa comércio eletrônico. É uma modalidade de comércio que realiza suas transações financeiras através de dispositivos e plataformas eletrônicas, como computadores e notebooks e smartphones.

Quando este mercado começou, era vendido através dele bens tangíveis como livros e CDs, basicamente. Atualmente, o e-commerce é utilizado para comercializar desde produtos muito caros como carros de luxo, casas e iates, até produtos mais simples, que antes muitos preferiam comprar somente em lojas, como calçados, roupas, perfumes e alimentos.

Os seguimentos do e-commerce são muitos. Eles podem ser classificados em 7 tipos, todos com características diferentes.

Conheça os 7 tipos de e-commerce mais comuns no Brasil e saiba qual é o modelo que mais se enquadra ao seu negócio. Click To Tweet

Conheça os 7 tipos de e-commerce

1 – Business-to-consumer (B2C)

Traduzindo, o termo significa “negócio-ao-consumidor”. Neste tipo de transação, a relação ocorre entra uma organização/empresa e o consumidor final. É o ramo mais comum de se ver, e a maioria das lojas virtuais e sites de compra coletiva se enquadra neste perfil. Resumindo, são as empresas online que vendem serviços e produtos para o cliente. Alguns exemplos: Submarino, Netshoes, Extra, Livraria Cultura, Ricardo Eletro e Groupon.

2 – Business-to-business (B2B)

A sigla significa “negócio-ao-negócio” e consiste na relação de negócios entre empresas. Neste caso, não existe a interação com cliente como pessoa física, pois a negociação é feita, normalmente entre fabricantes e lojas. Ou seja, a empresa comercializa algum produto para outra empresa ou recebe o produto de algum fornecedor.

3 – Consumer-to-consumer (C2C)

Neste tipo “consumidor-ao-consumidor” se enquadram as transações eletrônicas de bens ou serviços realizados entre consumidores. Geralmente, as transações são realizadas através de um intermediador, que fornece a plataforma online para que sejam feitas. Alguns exemplos: eBay, Mercado Livre, Bom Negócio e OLX.

4 – Consumer-to-business (C2B)

Significa “consumidor-ao-negócio”. Acontece quando um consumidor cria determinado valor, e a empresa/organização o adquire. Um exemplo é quando alguém escreve uma avaliação online sobre um produto e a empresa toma essa avaliação para si. Este tipo também é comum em projetos em que pessoas tornam seus serviços ou produtos disponíveis para organizações que procuram o que elas têm a oferecer (comumente usado por freelancer).

5. Business-to-administration (B2A)

São as transações realizadas entre empresas e administração pública. É uma área que envolve grande quantidade e variedade de serviços. Como exemplo, podemos citar serviços fiscais e de empregos, segurança social, registros e documentos legais.

6. Business-to-employee – (B2E)

É o modelo no qual as empresas criam plataformas de e-commerce, normalmente no formato intranet, para vender produtos e serviços para seus colaboradores. É mais um canal de vendas da empresa e a chance de os funcionários comprarem produtos com preços diferenciados.

7. Consumer-to-edministration (C2A)

São as transações eletrônicas realizadas entre indivíduos e administração pública. Por exemplo, na área da educação, pode ser aplicada divulgando informações, ensino a distância; na área de saúde, divulgando consultas, informações sobre doenças, pagamento de serviços de saúde; e na área de impostos, apresentando declarações fiscais e pagamentos.

Gerenciando seu e-commerce

A sua empresa já possui uma loja virtual? Em qual desses modelos ela se enquadra? Agora que você já conhece os principais tipos de e-commerce e suas características, já pode escolher e elaborar seu do plano de negócios.
Quer um projeto de e-commerce profissional? Conheça os benefícios de ter um e-commerce criado por mim:

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21 formas simples e eficazes de se proteger na web

Se você está lendo esse texto agora, provavelmente faz parte de uma crescente estatística: pessoas que usam internet.  O número de dispositivos conectados cresce mais a cada dia e, nós, brasileiros, estamos muito bem inseridos nesse meio. Mas será que sabemos nos proteger na web?

Segundo levantamento, o brasileiro passa cerca de 5 horas e 30 minutos conectados à internet através de tablets ou computadores. Mais outras 3 horas e 50 minutos ligados ao celular. Ou seja, quase dez horas gastas por dia em sites e redes sociais.

Entretanto, será que o acesso a tanta informação, oportunidades e produtos são aproveitados de forma consciente e realmente segura pelos internautas? Para quem não tem prática, usar a internet para fazer compras e acessar dados pessoais pode ser um grande perigo! Isso porque estamos cada vez mais sujeitos a cair em golpes, ter senhas roubadas ou contas clonadas.

Se você quer saber como utilizar a internet de forma segura e tranquila, veja algumas dicas que separei para ajudá-lo a se proteger na web.

A internet não é um lugar seguro. Descubra agora 19 formas simples e eficazes de se proteger na web Click To Tweet
  1. Nunca envie informações pessoais em um e-mail para destinatários que você não conhece;
  2. Nunca coloque informações pessoais em qualquer fórum de discussão;
  3. Nunca utilize seu notebook conectado em redes públicas sem que ele esteja devidamente atualizado, com firewall e antivírus ativados com a última versão;
  4. Não instale softwares suspeitos, mesmo os plug-ins;
  5. Nunca faça compras pela Internet se a loja não oferecer uma conexão segura com criptografia, principalmente na página onde seus dados pessoais e de cartão de crédito serão inseridos;
  6. Nunca envie informações pessoais por meio de sites cujo link você tenha recebido por e-mail;
  7. Nunca utilize a mesma senha para todos os sites em que você tem cadastro;
  8. Nunca divulgue informações pessoais para terceiros por mensagens instantâneas (WhatsApp, Messenger etc.), chats ou por telefone;
  9. Bloqueie pop-ups;
  10. Suspeite de presentes “gratuitos” e promoções tentadoras on-line;
  11. Nunca baixe arquivos, como músicas, filmes e seriados, de sites que você não confie ou desconheça;
  12. Nunca atualize um player de vídeo apenas para assistir a um vídeo;
  13. Nunca permita que terceiros utilizem ou se conectem a seu computador. Caso precise de ajuda, procure alguém de sua confiança;
  14. Nunca permita que crianças utilizem a internet sem supervisão;
  15. Não seja amigável demais. Cuidado com quem você adiciona nas redes sociais;
  16. Cuidado ao clicar em links no Twitter e Facebook;
  17. Não armazene senhas no seu navegador;
  18. Atualize regularmente seu sistema operacional;
  19. Use o PC para operações on-line mais perigosas, como transações financeiras;
  20. Assista a vídeos em sites conhecidos;
  21. Habilite a opção “navegação segura” na página do seu navegador.

Simples cuidados podem fazer a diferença quando o assunto é se proteger na web! Compartilhe essas dicas com seus amigos e familiares para que eles também tenham uma experiência on-line mais segura.

Desmistificando os Frameworks: por que utilizá-los?

Definir um conceito exato sobre os Frameworks não é tarefa fácil nem para os mais conceituados web developers. Dentre as muitas conceituações encontradas na rede, a mais simples é, também, a mais adequada: framework é um banco de bibliotecas com soluções cotidianas para auxiliar os programadores na construção de seus projetos.

Com interfaces dinâmicas e divididas em subtemas, os frameworks orientam e apoiam a programação criando padrões de projetos e fornecendo elementos prontos, como botões, fontes, códigos e ícones.

Quando o framework deve ser utilizado?

Muito embora seja uma ferramenta projetada para auxiliar na construção de uma aplicação, o uso de um framework é recomendado para quem possui conhecimento da linguagem de programação utilizada por ele. Pode parecer bobagem, mas valer-se de uma ferramenta de apoio sem dominar a linguagem que ela fala pode acabar trazendo dificuldades inimagináveis para quem o opera! Já imaginou, por exemplo, dar de cara com um bug de programação que não consegue desfazer por não ter domínio operacional sobre o sistema utilizado?

Em geral, indica-se o uso dos frameworks para aqueles que já possuem ou que estejam em busca do domínio da rotina de programação, incluindo o estudo de códigos e linguagem operacional. Para quem não possui conhecimentos aprofundados sobre o tema, existem os CMSs, que fornecem o sistema pronto, com algumas possibilidades de personalização ao alcance das mãos daqueles que estão dando os primeiros passos no mundo da programação.

Possui conhecimento de linguagem web e deseja otimizar sua rotina de programação? Conheça um pouco mais sobre frameworks e suas funcionalidades. Click To Tweet

Quais são os melhores frameworks?

Independentemente do nível de conhecimento na área de desenvolvimento, é de comum acordo entre todos que a melhor plataforma é aquela que oferece as melhores ferramentas para o desenvolvimento de cada projeto dentro de suas particularidades, certo?

Desta forma, a lista abaixo traz os frameworks mais populares e dá algumas dicas de pontos fortes em cada um deles

Framework de PHP:

Laravel: Possui interface de simples abordagem e recursos em grandes quantidades. Entre suas funcionalidades, recursos como o Composer, que facilita a criação do mix com componentes de terceiros, o Blade, que agrupa templates, entre outros, como o Homestead, Elixir e Migrations.  Além de oferecer uma base para a criação de testes de projetos, o suporte de conteúdo oferecido na web é bastante amplo, por se tratar de um framework amplamente utilizado.

Framework Front-end 

Bootstrap – Front-end open source (aberto para quaisquer usos e adaptações), otimizado para a criação de layouts responsivos, compatível com html e css, o Bootstrap possui interface clean e bastante didática. Dotado de uma vasta gama de elementos estilizados, fontes e ícones diferenciados, grids prontos e customizáveis.

Framework JS (JavaScript):

Angular JS: Framework JavaScript que possibilita a criação de web apps completos exigindo do programador o mínimo de códigos possível, já que oferece, por si só, uma gama bem exponencial de componentes já prontos. Por ser bastante didático e explicativo, o Angular angaria uma série de fãs.

Reforma trabalhista para desenvolvedores

Para quem trabalha na área de desenvolvimento , uma área mais dinâmica e flexível, o que muda com a aprovação da nova CLT, principalmente,são as definições sobre férias, jornada de trabalho e trouxe conceitos modernos como a possibilidade do “Home Office” e o parcelamento das férias. Entenda mais sobre a reforma trabalhista

Trabalho Remoto ou “Home Office”

O Trabalho remoto ou “Home Office” já é uma prática muito adotada por empresas Internacionais e aos poucos está sendo adotada por empresas de tecnologia do Brasil.

A atual legislação trabalhista não contemplava essa modalidade de trabalho e por isso tornava difícil a sua adoção mesmo quando a empresa tinha uma inclinação a aceitá-la. Com a aprovação do texto o trabalho remoto passa a ser regular.

Basicamente tudo que o colaborador usar em casa será formalizado via contrato e o controle do trabalho será feito por tarefa. Hoje existem inúmeros softwares que fazem esse controle para desenvolvedores como o PlanrockrZenhub e Zube, por exemplo.

Empresas Internacionais

A nova legislação não muda nada a relação do trabalho remoto para empresas estrangeiras. Para trabalhar remotamente nesse caso ainda é necessário ser um Empreendedor Individual (PJ) e ter um contrato de prestação de serviços para não ter problemas com a receita.

Se você ainda tiver dúvidas sobre o trabalho remoto para empresas internacionais O Guia do Trabalho Remoto pode te ajudar.

Férias

Um dos pontos que costumavam frustrar os trabalhadores na CLT era a dificuldade em fracionar as férias. Antes, se você tirasse até 30 dias poderia fracionar em até dois períodos, sendo que um deles não poderia ser inferior a 10 dias. Também havia a possibilidade de ⅓ do período ser pago em forma de abono.

Com a nova regra as férias poderão ser fracionadas em até três períodos, contanto que um dos períodos seja de pelo menos 15 dias corridos, e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos cada um.

Lembrando sempre que para que essa divisão seja possível é preciso haver concordância entre o colaborador e seu líder e que o terço constitucional pago sobre o valor das férias continua vigorando, pois é direito estabelecido pela Constituição.

No geral, essa já era uma prática comum em algumas empresas que com a nova legislação apenas se oficializou.

Veja alguns dos pontos mais polêmicos da reforma

  • Jornada de Trabalho A nova regra traz novidades na jornada de trabalho. Atualmente a jornada é limitada 8 horas diárias, 44 semanais e 220 mensais. Com a reforma, a jornada diária pode ser de 12 horas com 36 de descanso (o chamado 12×36) sempre respeitando o limite de 44 horas semanais e 220 mensais. Essa era uma prática bastante comum para profissionais de saúde e agora está liberada a todos.
  • Horário de Almoço Também foi alterada as regras sobre o horário de almoço e descanso, flexibilizando o tempo mediante a negociação — sendo vantagem para quem prefere sair mais cedo do trabalho.

CLT ou PJ( empreendedor Individual)?

Depende. A reforma trabalhista, por mais polêmica que seja, trouxe um pouco mais de modernidade, segurança jurídica e regras mais claras para o setor de tecnologia. Porém, ainda perde em competitividade salarial em relação ao Empreendedor Individual.

Lembrando que estamos falando sobre profissionais de tecnologia e startups, onde a relação empregado-empregador geralmente é flexível, aberta e de fácil relacionamento. Não estamos levando em consideração neste post os demais setores de nossa economia onde não há essa dinâmica de trabalho.

As duas opções, CLT e PJ, se encaixam perfeitamente em cada fase da jornada do desenvolvedor. Porém, para quem busca segurança e estabilidade (FGTS, 13º salário…) a CLT é a solução.

Já aqueles que buscam uma maior autonomia, um salário competitivo, a possibilidade de trabalhar remotamente para uma empresa internacional, a PJ continua sendo a melhor opção para desenvolvedores.

O que é Certificado SSL?

Neste artigo, vou esclarecer alguns pontos relacionados ao Certificado Digital SSL e seu funcionamento com o objetivo de ajudá-lo a manter uma conexão segura, tanto para o cliente quanto para a equipe que é responsável pelo gerenciamento da certificação.

Antes de tudo, você precisa entender como os sites detectados perigosos pelo navegador se dividem:

– Sites que atacam intencionalmente os usuários com malware, phishing ou software indesejado.
– Sites que atacam os usuários involuntariamente porque foram comprometidos por terceiros.

Alguns dados importantes:

– Cerca de 9.500 novos sites maliciosos são encontrados todos os dias;
– Aproximadamente 12 a 14 milhões de consultas do Google Search por dia alertam os usuários sobre ameaças de Malware;
– Mais informações em Google Safe Browsing.

Agora antes de aprofundar no artigo entenda o que é Certificado Digital SSL?

O SSL (Secure Sockets Layer) é um padrão global em tecnologia de segurança desenvolvido pela Netscape em 1994. Ele permite que aplicativos cliente/servidor possam trocar informações em total segurança, protegendo a integridade e a veracidade do conteúdo que trafega na Internet, criando um canal criptografado entre um servidor web e um navegador (browser) para garantir que todos os dados transmitidos sejam sigilosos e seguros.

O certificado SSL é composto por chaves que permitem diversos tipos de criptografia. Estas criptografias diferentes são configuradas para que você possa ter um certificado em diferentes plataformas, como Linux e Windows e não precisar emitir um certificado para cada plataforma.

Normalmente, um certificado SSL contém nome de domínio, o nome da empresa, endereço, cidade, estado, país, junto com a data de expiração do Certificado e os detalhes da Autoridade de Certificação.

Como funciona SSL?

O SSL usa um sistema de criptografia que utiliza duas chaves para criptografar os dados, uma chave pública conhecida por todos e uma chave privada conhecida apenas pelo destinatário. O SSL é a única e eficaz maneira de obter segurança de dados em comércio eletrônico. Quando um SSL – Certificado Digital está instalado no website, um ícone de um cadeado aparece no navegador e o endereço começa com https:// ao invés de http:// informando que os dados serão criptografados.

Por que um certificado SSL é necessário?

Com a crescente popularidade da internet, mais oportunidades são criadas para os setores comerciais e não-comerciais. A maioria das pessoas não enviarão seus dados confidenciais pela web a menos que saibam que as informações estarão seguras. A melhor maneira de garantir essa segurança e atrair mais consumidores é instalar um certificado SSL para comprovar a identidade do seu site.

Benefícios de se ter um certificado SSL

Utilizar o Certificado SSL no seu site garante inúmeros benefícios, além da segurança, atributo que faz toda diferença ao trafegar seus dados em sites ou e-commerces.

Proteger os dados e informações financeiras dos clientes é sempre uma preocupação fundamental. Criado com o objetivo de garantir esta segurança, o certificado SSL permite que os dados trocados entre um navegador de internet e um servidor web sejam criptografados.

Codificando os dados que trafegam na web, a tecnologia permite maior privacidade e segurança, reduzindo os riscos de que as informações sejam interceptadas e utilizadas de forma abusiva por terceiros. A tecnologia é recomendada principalmente para sites de e-commerce e outros sites que lidam com dados pessoais dos clientes.

Utilizar o Certificado SSL no seu site garante inúmeros benefícios Click To Tweet

É crescente o número de pessoas que se sentem mais confortáveis para partilhar informações pessoais e de pagamento quando sabem que estão utilizando uma conexão SSL. Em função desta percepção, além de utilizarem o certificado com o objetivo de manter a confidencialidade dos dados, cresce o número de empresas que veem o certificado como um diferencial estratégico – já que ele garante que a empresa foi verificada por uma organização legítima, e que está realmente preocupada com a segurança das informações trocadas na web.

Qual é a diferença entre o certificado compartilhado e o certificado próprio?

O Certificado compartilhado é de responsabilidade do seu servidor de hospedagem. Ele é fornecido aos clientes através de sua estrutura de domínio e utiliza uma criptografia de alto nível.

O Certificado Privado é de Responsabilidade do Proprietário, não sofrendo alterações por parte do servidor, então é de responsabilidade do cliente fazer qualquer tipo de ajustes no certificado, além de fazer a renovação do mesmo. Nesse caso, o servidor apenas faz o tramite de compra e ativação e aviso de renovação caso o certificado tenha sido emitido pelo servidor.

Certificado SSL no Ranking em SEO

O Google ajustou seus algoritmos para sites que utilizam HTTPS sejam melhores posicionados nos resultados das pesquisas. O Google passará a considerar a utilização de SSL como um fator, posicionando melhor os sites que utilizam o Certificado Digital SSL, ou seja, sites com HTTPS ativado.

Já fazia algum tempo que existiam rumores sobre o tema entre webmasters, e ele acabou sendo confirmado pela própria empresa, que no dia 6 de Agosto publicou no seu blog sobre Segurança Online o post “HTTPS as a ranking signal” (“HTTPS como um fator de rankeamento”, em tradução livre).

Em dezembro de 2015, foi anunciado a indexação HTTPS por padrão no Google em um artigo no blog oficial do Google.

Boas práticas para ter um site seguro

Aqui vão algumas dicas para ter um site seguro:

– Decida o tipo de certificado que você precisa;
– Use certificados de chave de 2048 bits;
– Veja como emitir Certificado SSL na Site Blindado;
– Permitir a indexação de suas páginas pelos motores de busca, sempre que possível;

O HTTPS protege meu site?

Lembrando que com o Certificado SSL seu site não está protegido, pois o HTTPS é apenas um protocolo de transferência de informações seguras.

Porém seu site ainda pode estar vulnerável aos seguintes itens:

– Ataques de downgrade;
– Vulnerabilidades SSL / TLS;
– Heatbleed;
– Hacks de site, servidor ou rede;
– Vulnerabilidades de software;
– Ataques de força bruta;
– Ataques DDOS;

Como saber se um site tem um certificado SSL?

O padrão que vem sendo utilizado nos navegadores é o ícone do cadeado.

Um site comum sem segurança SSL exibe “http:// ” antes do seu endereço na barra de endereço do navegador. A sigla significa “Hypertext Transfer Protocol,” e é a forma convencional de transmitir informações pela Internet.

Browsers HTTP
Barra de endereço sem Certificado SSL

Um site protegido com um certificado SSL, porém, exibe “https://” (que significa “Secure HTTP”) antes do endereço. Um símbolo de cadeado também é exibido na parte superior ou inferior do navegador (dependendo do navegador usado).

Browsers HTTPS
Barra de endereço com Certificado SSL

Para ver os detalhes e as permissões do site, clique no ícone. Na parte superior do painel, você verá um resumo de quanto o Browser acredita que a conexão é segura.

Outra ferramenta do Google para receber uma análise é o Status da Navegação Segura que também avalia a segurança do seu site. Acesse e digite seu site no campo para receber a análise.

Outra ferramenta para analisar o status do certificado SSL é o SSL Labs.

Conclusão

Bom, agora é hora de agir. Se o site ainda não possui HTTPS é hora de corrigir isso e fazer com que todo o trabalho de SEO não seja limitado por conta da não utilização do SSL.

Conquiste a confiança dos seus visitantes, aceite pagamentos online e proteja informações confidenciais transmitindo seus dados através de uma conexão segura, autenticada e criptografada.
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