Elasticsearch: buscas avançadas sem mistério

Nos últimos tempos, uma nova referência em search engine vem surgindo dentre o mundo dos desenvolvedores: o Elasticsearch.  A partir de então, conceituar e compreender do que se trata essa tecnologia que promete um sistema de buscas descomplicado virou meta para todos.

Neste artigo, tentarei trazer, sem mistério, alguns tópicos importantes sobre o mecanismo e de que forma ele pode impactar positivamente em sua rotina.

O que é Elasticsearch?

Assim como alguns dos conceitos do mundo web, o Elasticsearch possui uma série de diferentes atribuições. Em consequência disso, é possível que você encontre pela rede diferentes descrições para ele. Vamos nos ater, no entanto, àquela que engloba de forma simples e concisa as reais funcionalidades do projeto.

  • É um sistema de busca de código aberto (cujo código-fonte pode ser moldado de acordo com a finalidade do usuário);
  • Foi desenvolvido sob a base do Lucene, um software de busca e database escrito na linguagem Java. Pode-se dizer que o Elasticsearch é uma evolução do Lucene, já que simplifica e torna menos complexa a estrutura de sua interdace-base.
  • Possui, além do mecanismo de busca, a funcionalidade de pesquisas full text (pesquisa otimizada que oferece resultados mais precisos), além de análises de dados precisas e fornecidas em tempo real.
Já pensou em otimizar seu sistema de buscas tornando-o mais eficiente? Conheça uma alternativa que já faz parte da vida de muitas corporações: Click To Tweet

Como funciona?

O ElasticSearch disponibiliza seus dados (que são armazenados em forma de documentos, que são armazenados em conjuntos correlacionados) em JSON, um formato compacto para a transação de dados e que interage com os principais bancos de dados existentes.

O serviço armazena seus dados de forma não-relacional, ou seja, com estruturas flexíveis, com alta escalabilidade, disponibilidade e baixo custo operacional. Como consequência, ele permite a retomada de buscas pesadas, com análise de grandes volumes de informação em tempo curto.

Para otimizar as buscas, existe também o Índice Invertido, técnica usada pelo Elasticsearch para permitir que os usuários encontrem seus resultados com rapidez e eficácia.

Quais as vantagens do Elasticsearch?

  • Possui um sistema de instalação e execução fácil, com tutoriais disponíveis no próprio site;
  • Por ser desenvolvido em Java, é compatível com um grande número de plataformas;
  • Seu tempo de resposta é bastante alto, o que faz com que um documento adicionado seja incorporado às buscas segundos após sua inserção no sistema;
  • Permite explorar dados em uma velocidade e escala muito superiores às anteriormente disponibilizadas;
  • Pode ser usado por grandes corporações e também pequenas, como start-ups ou por desenvolvedores;
  • Possui recursos adicionais como geolocalização, analytics e outros.

Quem usa?

Por conta de suas potencialidades e facilidade de operação, o Elasticsearch se tornou aliado der grandes companhias, como a Wikipedia, Ifood, The Guardian, Vagas.com, Netflix, Linkedin, entre muitos outros!

O que achou deste inovador mecanismo? Conte aqui nos comentários ou entre em contato para conversarmos sobre estas e outras potencialidades cabíveis a seu projeto!

PWA: descubra as vantagens de utilizar essa nova tecnologia em suas plataformas digitais

Você já deve ter ouvido falar por aí sobre o PWA, a mais nova forma de navegar na internet que está deixando os desenvolvedores animados. Mas você sabe o que é?  O PWA nada mais é do que aplicações e funcionalidades usadas em apps adaptadas para os navegadores da web.

O Progressive Web Apps, como é chamado, está ligado à experiência do usuário, facilitando seu acesso e melhorando a navegação na web. Ele está ligado à tecnologia avançada dos navegadores modernos, como Push API, Cache, Web Worker e Service Worker. Essas tecnologias possibilitam que o usuário tenha uma experiência parecida com os aplicativos mobiles diretamente de seu browser.

Além disso, à medida que o usuário acessa a página com PWA, o navegador vai se tornando cada vez mais disponível off-line, possibilitando que o usuário acesse as informações da página mesmo quando não há conexão. Isso porque as informações ficam armazenadas no cache.

A experiência vai se assemelhar tanto com os apps baixados nas stores, que será até possível fixar o aplicativo na home screen do computador/celular, deixando a experiência igualmente parecida com a de um app nativo, mas com suas vantagens.

Cerca de 60% dos aplicativos disponíveis nas stores nunca foram baixados! Descubra porque o PWA tem grandes chances de ser o futuro na negação na web Click To Tweet

Principais vantagens do PWA

Uma das principais vantagens para quem está implementando o Progressive Web Apps é, sem dúvida, a economia. Os gastos com aplicativos nativos são altos, visto que você precisa desenvolver o app para ambas as plataformas, iOS e Android.  Já com o PWA, você só precisa desenvolver um app, que vai rodar normalmente em ambos os sistemas.

Além disso, o PWA também é:

  • Progressivo: funciona em qualquer browser;
  • Responsivo: feito para qualquer dispositivo, tanto desktop quanto mobile;
  • Conexão: funciona off-line graças ao Service Worker;
  • Familiaridade: o usuário se sente em um app nativo;
  • Atualização: o PWA não precisa se atualizado. O Browser detectará fazer a atualização automaticamente;
  • Segurança: funciona somente em URLS seguras (https);
  • Engajável: através de push notifications, o usuário pode ser constantemente engajado.
  • Rápido acesso: é possível adicionar um ícone na tela principal do smartphone.

Como usar o PWA?

Criado em 2015 pelo Google, o PWA tem ganhado bastante adeptos por ser muito fácil de implementar. Diferentemente do que acontece com os aplicativos nativos, o WPA não precisa ser baixado para ser utilizado. Assim que o usuário o encontrar o que deseja, já poderá começar a usar.

Quando o usuário usar novamente o PWA ele poderá optar por instalar um ícone em sua tela inicial, deixando o app pronto para ser usado a qualquer momento, oferecendo uma experiência igual a que temos com os apps nativos.

O fato de não precisar seguir uma série de passos para utilizá-los, tornam os PWAs muito vantajosos. Além disso, eles também aumentam a retenção dos usuários, porque possibilitam uma experiência contínua.

Estudos apontam que 60% de todos os aplicativos disponíveis nas stores nunca foram baixados.  Nos EUA, o número de downloads de aplicativos diminui 20% a cada ano. As únicas empresas que ainda obtém sucesso com os apps nativos são o Snapchat, Uber e Airbnb.

Cases de sucesso

A empresa Flipkart, o maior e-commerce da Índia, possui um dos cases mais famosos envolvendo o PWA. A experiência na construção do Flipkart Lite, versão PWA do app, resultou em um aumento de 70% nas conversões.

Confira outros números interessantes sobre a empresa:

  • O tempo de permanência dos usuários no site aumentou três vezes;
  • O engajamento está 40% maior;
  • O consumo de dados diminuiu quase três vezes.

Empresas internacionais como Alibaba, The Washington Post e Housing.com também são algumas das empresas que estão colhendo os frutos da implementação do PWA em suas plataformas. Em 2016, ambas registraram um aumento nas taxas de engajamento após utilizar o Progressive Web App em seus sites mobile.  As empresas possuem um objetivo em comum: permitir que o usuário tenha uma experiência rápida e com um menor consumo de dados.

Você já testou algum site com PWA? Já ouviu falar sobre essa novidade? Conta pra min nos comentários!

Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos

Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos conheça as diferenças e benefícios de cada um

No mundo de aplicativos mobile, existem três tipos: os Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos. No momento de escolher o melhor app, é comum surgir dúvidas, mas, neste artigo, você entenderá as especificações de cada um, bem como os benefícios e diferenças.

Aplicativos Nativos

Os aplicativos nativos são instalados e armazenados no dispositivo smartphone/tablet e podem ser acessados através de ícones na tela principal do aparelho. Eles são baixados pelo aplicativo de loja da plataforma específica compatível, como Google Play (Android) e App Store (iOS). Como são feitos especificamente para a plataforma, podem usar as funcionalidades do sistema operacional do smartphone, como câmera, GPS e lista de contatos.

Os aplicativos nativos têm a vantagem de funcionar sem conexão com a internet, caso o conteúdo esteja embarcado. Ele também otimiza o código por trabalhar com as bibliotecas do sistema operacional do dispositivo. O modelo requer desenvolvedores com conhecimento mais específico e pode ter um investimento alto.

Aplicativos Híbridos

Assim como os aplicativos nativos, os híbridos podem ser baixados através de um aplicativo de loja, ficam armazenados na tela principal do smartphone/tablete e aproveitam as funcionalidades do dispositivo. Este tipo é popular, pois permite desenvolvimento multiplataforma, através da utilização do mesmo HTML para diferentes sistemas operacionais.

Eles são desenvolvidos com linguagens e tecnologias de web apps e usam wrappers ou frameworks para serem convertidos em um aplicativo instalável no dispositivo. Como web apps, podem ser baseados em HTML5 e exibidos através de um navegador no aplicativo, assim, o conteúdo é carregado da web.

Tem a vantagem de exigir apenas conhecimento de desenvolvimento web, permitindo um investimento menor, pois tem pouco custo de desenvolvimento.

Mobile Web View

Os Web apps não são, na prática, aplicativos, são páginas na internet acessadas através de um navegador. São sites que parecem com um aplicativo nativo. As pessoas podem acessá-lo com a URL e têm a opção de instalar na tela principal do dispositivo, criando um atalho para aquela página.

Tem a vantagem de não necessitar da burocracia de ser aprovado para entrar nas app stores e pode ser atualizado com mais facilidade. O investimento de desenvolvimento é menor e a dependência de distribuição é reduzida.

Escolha o app que mais combina com seu negócio. Saiba quais são os benefícios dos aplicativos Mobile WebView, Nativo e Híbrido. Click To Tweet

Qual escolher?

Depois das explicações, confira algumas características que podem te ajudar a escolher o aplicativo, baseado nas vantagens:

  • Velocidade: O nativo é mais rápido, pois tem acesso direto ao sistema operacional e é programado especificamente na linguagem nativa do dispositivo.
  • Investimento/custo de desenvolvimento: web apps e aplicativos híbridos são mais baratos. O nativo requer conhecimentos de uma linguagem específica.
  • Manutenção: Os tipos web apps e híbridos podem ser atualizados com frequência, como uma página na internet. Já a manutenção dos nativos pode ser mais complicada.
  • Restrição de conteúdo e aprovação: O modelo web é facilmente acessível para publicação. O nativo ou híbrido devem ser enviados à loja do app que tem seus próprios termos de uso ao qual o aplicativo será submetido.

 

Desenvolvimento de apps não é tão simples quanto se imagina. Se você quer descobrir mais sobre o desenvolvimento de aplicativos que promovam a interação com o público, aumentem as vendas, entre outros benefícios, saiba mais aqui.

Conhecendo melhor o CMS WordPress

Se você é um web developer antenado ou um curioso disposto a se aventurar no mundo web buscando os melhores serviços para alavancar seu site, com certeza ainda vai esbarrar no momento de escolha do seu CMS. Um CMS nada mais é do que um sistema de gerenciamento de conteúdo para seu site que é baseado numa plataforma de linguagem mais acessível, e que dispensa complexas programações.
Se o WordPress já apareceu em suas pesquisas, aproveite esse artigo para se aprofundar na plataforma com dicas valiosas sobre o CMS que te ajudarão a aproveitar o que ele oferece de melhor.

É um CMS gratuito!

Apesar de ser altamente popular e um dos recursos mais utilizados na rede por quem deseja dar o pontapé inicial na construção de um website – seja de forma amadora ou profissional –, o WordPress é um CMS inicialmente gratuito e “open source” (Código Aberto). Isso significa que, caso deseje, você pode alterar todo o sistema de acordo com o que mais se encaixar em suas necessidades.
*É importante reforçar que é possível que, em alguma etapa do processo, seja necessário agregar ao software algum elemento que possua custo, como um servidor ou plugin.

Possui interface simples e clean

Até para quem nunca se aventurou no mundo da programação, o WordPress se mostra amigável e facilmente compreensível. Desde a instalação até o momento de explorar a plataforma, o WordPress conta com interface clean e comandos bastante intuitivos. É totalmente possível que, após uma breve imersão no modus operandi do sistema, você já esteja dominando o processo básico e pronto para subir alguns degraus na escada do conhecimento avançado do CMS.

Se ligue nessas dicas valiosas sobre o CMS WordPress que te ajudarão a aproveitar o que ele oferece de melhor. Click To Tweet

Constantemente atualizado e com informações frequentemente alimentadas pela rede de usuários

Tão logo acessar o WordPress pela primeira vez (você pode fazer isso clicando aqui, você perceberá que a expressividade deste CMS no mercado realmente não está para brincadeira: 59% do mercado e 27,5% de toda a web operam segundo a plataforma.
Por esta razão, centenas de colaboradores e usuários fazem questão de contribuir e participar para garantir a otimização e usabilidade do sistema, seja por meio de updates oficiais ou fóruns na rede.
O fato é, meu amigo: sua dúvida sobre o WordPress jamais permanecerá sem respostas!

Temas, plug-ins e ferramentas de automação

A infinidade de temas, plug-ins e ferramentas gratuitas de automação disponíveis para teste e uso na plataforma WordPress sugerem uma experiência potencialmente rentável ao usuário, que encontrará um bom layout para dar em seu projeto o pontapé inicial. A facilidade em tornar layouts e projetos responsivos.

Até onde eu posso chegar com o WordPress?

O WordPress permite criar diversos projetos na rede, sejam eles simples ou mais complexos. Seu dinamismo e instintividade o levaram a se tornar um CMS popular entre os usuários que desejam criar sua própria experiência na rede, e suas funcionalidades múltiplas e seus plug-ins constantemente otimizados o tornaram elemento-chave também na rotina de programadores e desenvolvedores profissionais.

E aí, este artigo ajudou a entender melhor as funcionalidades e características do WordPress? Então compartilhe o material com quem também estiver interessado! Seus comentários e feedbacks são sempre bem-vindos!

Saiba a importância e a diferença de um site e uma loja virtual

Seja qual for seu objetivo, estar presente no mundo virtual é indispensável nos dias de hoje. Independentemente da sua empresa ou do seu seguimento, marcar presença na internet se tornou um fator essencial, caso queira sucesso de vendas ou garantir que seu conteúdo seja visto. Você só precisa saber o que é mais importante para seu negócio: ter um site e/ou uma loja virtual.

Para começar, você precisa estar na internet e se posicionar. As empresas presentes no mundo virtual têm maiores proporções do que as que ainda não entraram neste mundo. O cenário online permite maior alcance e, consequentemente, o contato com o público é mais direto e fácil. Além disso, as ações de marketing se aplicam melhor nesse ambiente, pois garantem resultados mais rápidos e palpáveis.

Outro benefício é que sua empresa é encontrada de forma mais rápida quando está na internet. Já foi a época em que as pessoas procuravam contatos em listas telefônicas. Hoje, em fração de segundos, a busca é resolvida através de uma pequena pesquisa no Google.

Ciente da importância de ter um site ou uma loja virtual, agora você precisa saber qual atende mais as suas necessidades ou se é importante ter os dois negócios.

Por que ter um site?

É através do site que o seu negócio é visto por seus clientes e potenciais clientes, pois ele mostra os valores da marca e estreita o relacionamento. A plataforma transmite a credibilidade necessária e agrega valor e imagem profissional. Portanto, é importante ter um site, pois é através dele que o maior número de pessoas conhecerão o seu produto.

Com a manutenção e atualização constante do site, você fideliza o cliente e o mantém informado sobre seu negócio. É um meio de investimento que tem bom custo x benefício, quando comparado aos outros meios de comunicação.

Para tirar qualquer tipo de dúvida neste ponto, responda para si mesmo: você conhece alguma marca de sucesso que não tem um site? Ter um site institucional é o mínimo de presença que a sua marca deve ter. Se sua empresa ainda é pequena ou você está começando, este é um dos seus primeiros passos.

Site ou loja virtual? Identifique suas necessidades e saiba qual plataforma vai atender o seu negócio da melhor maneira. Click To Tweet

Por que ter uma loja virtual?

As vendas na internet estão conquistando a população cada vez mais. Isso porque, de maneira simples e muito rápida, você compra um produto de seu interesse e, em pouco tempo, ele chega à sua residência. A comodidade e facilidade têm favorecido este tipo de compra e mitigando o medo de realizar transações online.

O importante e garantir a segurança necessária para que seu cliente sinta a confiança para comprar no seu site. Uma loja virtual é a sua vitrine. Além da segurança, o seu e-commerce precisa ter uma interface limpa e interessante, para que o comprador adquira o que você quer vender.

Portanto, se o seu intuito é aumentar as vendas, tenha uma loja virtual e dê ao cliente a opção prática para comprar mais, pois ele oferece a vantagem de ‘estar aberto’ 24 horas por dia, sete vezes por semana.

O e-commerce é a ferramenta que poderá turbinar as suas ações. Os investimentos podem ser feitos de diversas maneiras, como otimização de sites (SEO), divulgação em redes sociais e, é claro, um bom planejamento de marketing. Com esse investimento, você pode ampliar suas vendas a nível mundial. Mas isso dependera única e exclusivamente dos seus objetivos.

Faça seu negócio crescer e profissionalize seu comércio. As plataformas de lojas virtuais garantem a praticidade necessária para sua marca.

Qual é a melhor opção para meu negócio?

Depois de saber as principais características de um site e de uma loja virtual, você deve saber qual a melhor opção para seu negócio. Isso não significa que você precisa escolher. Em determinados negócios, é essencial ter um site e um e-commerce. Só é preciso saber fazer uso das ferramentas e sempre atualizar o conteúdo para manter seu cliente informado.

Seja qual for sua escolha, seu site precisa ser responsivo, ou seja, se encaixar em qualquer dispositivo do usuário (PC, celular, tablet, etc). Se você quer saber mais sobre sites responsivos, clique neste link.

Se ainda não decidiu qual plataforma vai atender seu negócio da melhor maneira ou, se você já tem sua escolha, mas não sabe como começar, entre em contato para que suas necessidades sejam identificadas e seu negócio comece a funcionar imediatamente.

7 formas de utilizar o CTA de forma efetiva no seu texto

Importante ferramenta para o marketing de conteúdo, o call to action, também conhecidas como CTA podem fazer uma verdadeira revolução na forma como você divulga conteúdo.  E sabe por que isso acontece? É que os CTAs são os grandes responsáveis por conduzir o leitor pelo seu site através de chamadas que estimulam ações específicas. Utilizar o CTA de forma efetiva no seu texto é essencial para uma boa venda.

Mas qual a real importância de um CTA?

Além das estratégias de marketing de conteúdo, o CTA também é muito importante para sites de e-commerce em geral e páginas que busquem por interação para converter os usuários em leads. Além disso, usar CTAs em suas páginas incentiva quem está visitando a passar mais tempo no seu canal, usufruindo de outros conteúdos ou adquirindo novas informações.

Você está preparado para ficar cara a cara com um CTA? Então continue a leitura e veja como construir um bom CTA para seu negócio.

Construindo um CTA de forma efetiva

Tamanho da chamada e mensagem a ser passada são as primeiras coisas com as quais você deve se preocupar ao criar seu CTA. Mas existem algumas dicas que vão ajuda-lo a montar o CTA perfeito para seu site ou página.

Objetividade:
O CTA deve ser claro e objetivo, além de cumprir exatamente o que seu texto está propondo.

Navegação simples:

Vá direto ao assunto ao criar o CTA. Se sua intenção é promover o compartilhamento da página, diga isso. Não tente criar chamadas muitos elaboradas, pois elas podem confundir o leitor.

Pense no usuário:

Ao criar um CTA, considere o tipo de pessoa que visita sua página e o que elas buscam. Ao solucionar essas questões, você consegue identificar o próximo passo lógico que o visitante vai dar e, dessa forma, entregar o que eles precisam.

Crie botões:

Que tal destacar seus CTAs do texto? Ao criar botões para as chamadas você conseguirá ótimos resultados.  Mas pense: cada tipo de página deve possuir um botão específico e que se destaque do layout utilizado.

Mais cor, por favor:

A cor utilizada no CTA também é um importante para atrair a atenção do leitor e fazê-lo clicar no botão. Para descobrir qual o tom mais apropriado para sua página, faça testes.

Quer aprender sobre técnicas de marketing de conteúdo? Então não deixe de conferir essas 7 dicas sobre a utilização do CTA de forma efetiva. Click To Tweet

Com quantos CTAs se faz um bom texto?

Agora que você já sabe o que é uma chamada para ação e qual a sua função, fique atento aos tipos de CTAs que você pode aplicar ao texto.

Newsletter

A chamada para assinar uma newsletter é um dos CTAs mais importantes porque converte diretamente em leads.  Esse call to action funciona quando o leitor decide fornecer seu endereço de e-mail pessoal para receber mais conteúdos da sua página.

Ter acesso direto ao e-mail do leitor é uma boa estratégia para aumentar o engajamento dos usuários, crescer o número de visualização do site, incrementar a taxa de compartilhamento dos seus conteúdos nas redes sociais e gerar novos leads.

Comentários

O CTA utilizado para gerar comentários é um dos mais comuns, ajudando no engajamento da página. Faça uma chamada específica ou genérica, citando questões abordadas no texto que tenham potencial para gerar uma discussão positiva para a marca.

Compartilhamento

Se você deseja promover o compartilhamento do seu conteúdo nas redes sociais, opte por CTAs que cumpram essa função, deixando bem claro no texto o que deve ser feito.

Esse tipo de CTA é importante para aumentar o tráfego do blog, exposição da marca, através do acompanhamento dos índices e alcance desse compartilhamento.

Download

Você também pode usar um CTA para incentivar o leitor a fazer o download de um material que seu site oferece, como slides, e-books ou infográficos.

Esse é um importante CTA para a geração de leads, já que, ao disponibilizar um conteúdo rico para se baixado, há mais chances do usuário fornecer seus dados pessoais em troca.

Mas é importante lembrar que esse tipo de chamada deve variar de acordo com o estágio do funil de vendas em que a pessoa se encontra.

Links

O uso de CTAs para linkar outro conteúdo deve ser feito de forma fluída, sem desviar o leitor do seu foco.  Essa estratégia, também conhecida como link building, é muito usada para melhorar o ranqueamento da página nos motores de busca.  O link usado pode ser tanto interno (para outro conteúdo do seu próprio blog) ou externo (linkando para outros sites).

Follow

Os CTAs também podem ser usados para incentivar as pessoas a seguirem sua marca nas redes sociais (qualquer uma delas). Ao colocar um CTA para seguir a marca em um post você está incentivando o leitor a continuar a recebendo novos conteúdos e, consequentemente, aumentando sua visibilidade.

Teste de software

Esse tipo de chamada é mais usado no meio ou fundo do funil, fase onde o leitor está considerando ou decidindo.

O teste é um contato direto do leitor com o produto oferecido por sua empresa, que vai demonstrar as vantagens oferecidas e permitir que o usuário compare com a concorrência.

Curtiu aprender um pouco mais sobre as famosas chamadas de ação e como aplicar o CTA de forma efetiva? Existe alguma que você conhece e que não foi citada no texto? Deixe um comentário, quero saber sua opinião!

Desmistificando os Frameworks: por que utilizá-los?

Definir um conceito exato sobre os Frameworks não é tarefa fácil nem para os mais conceituados web developers. Dentre as muitas conceituações encontradas na rede, a mais simples é, também, a mais adequada: framework é um banco de bibliotecas com soluções cotidianas para auxiliar os programadores na construção de seus projetos.

Com interfaces dinâmicas e divididas em subtemas, os frameworks orientam e apoiam a programação criando padrões de projetos e fornecendo elementos prontos, como botões, fontes, códigos e ícones.

Quando o framework deve ser utilizado?

Muito embora seja uma ferramenta projetada para auxiliar na construção de uma aplicação, o uso de um framework é recomendado para quem possui conhecimento da linguagem de programação utilizada por ele. Pode parecer bobagem, mas valer-se de uma ferramenta de apoio sem dominar a linguagem que ela fala pode acabar trazendo dificuldades inimagináveis para quem o opera! Já imaginou, por exemplo, dar de cara com um bug de programação que não consegue desfazer por não ter domínio operacional sobre o sistema utilizado?

Em geral, indica-se o uso dos frameworks para aqueles que já possuem ou que estejam em busca do domínio da rotina de programação, incluindo o estudo de códigos e linguagem operacional. Para quem não possui conhecimentos aprofundados sobre o tema, existem os CMSs, que fornecem o sistema pronto, com algumas possibilidades de personalização ao alcance das mãos daqueles que estão dando os primeiros passos no mundo da programação.

Possui conhecimento de linguagem web e deseja otimizar sua rotina de programação? Conheça um pouco mais sobre frameworks e suas funcionalidades. Click To Tweet

Quais são os melhores frameworks?

Independentemente do nível de conhecimento na área de desenvolvimento, é de comum acordo entre todos que a melhor plataforma é aquela que oferece as melhores ferramentas para o desenvolvimento de cada projeto dentro de suas particularidades, certo?

Desta forma, a lista abaixo traz os frameworks mais populares e dá algumas dicas de pontos fortes em cada um deles

Framework de PHP:

Laravel: Possui interface de simples abordagem e recursos em grandes quantidades. Entre suas funcionalidades, recursos como o Composer, que facilita a criação do mix com componentes de terceiros, o Blade, que agrupa templates, entre outros, como o Homestead, Elixir e Migrations.  Além de oferecer uma base para a criação de testes de projetos, o suporte de conteúdo oferecido na web é bastante amplo, por se tratar de um framework amplamente utilizado.

Framework Front-end 

Bootstrap – Front-end open source (aberto para quaisquer usos e adaptações), otimizado para a criação de layouts responsivos, compatível com html e css, o Bootstrap possui interface clean e bastante didática. Dotado de uma vasta gama de elementos estilizados, fontes e ícones diferenciados, grids prontos e customizáveis.

Framework JS (JavaScript):

Angular JS: Framework JavaScript que possibilita a criação de web apps completos exigindo do programador o mínimo de códigos possível, já que oferece, por si só, uma gama bem exponencial de componentes já prontos. Por ser bastante didático e explicativo, o Angular angaria uma série de fãs.

Reforma trabalhista para desenvolvedores

Para quem trabalha na área de desenvolvimento , uma área mais dinâmica e flexível, o que muda com a aprovação da nova CLT, principalmente,são as definições sobre férias, jornada de trabalho e trouxe conceitos modernos como a possibilidade do “Home Office” e o parcelamento das férias. Entenda mais sobre a reforma trabalhista

Trabalho Remoto ou “Home Office”

O Trabalho remoto ou “Home Office” já é uma prática muito adotada por empresas Internacionais e aos poucos está sendo adotada por empresas de tecnologia do Brasil.

A atual legislação trabalhista não contemplava essa modalidade de trabalho e por isso tornava difícil a sua adoção mesmo quando a empresa tinha uma inclinação a aceitá-la. Com a aprovação do texto o trabalho remoto passa a ser regular.

Basicamente tudo que o colaborador usar em casa será formalizado via contrato e o controle do trabalho será feito por tarefa. Hoje existem inúmeros softwares que fazem esse controle para desenvolvedores como o PlanrockrZenhub e Zube, por exemplo.

Empresas Internacionais

A nova legislação não muda nada a relação do trabalho remoto para empresas estrangeiras. Para trabalhar remotamente nesse caso ainda é necessário ser um Empreendedor Individual (PJ) e ter um contrato de prestação de serviços para não ter problemas com a receita.

Se você ainda tiver dúvidas sobre o trabalho remoto para empresas internacionais O Guia do Trabalho Remoto pode te ajudar.

Férias

Um dos pontos que costumavam frustrar os trabalhadores na CLT era a dificuldade em fracionar as férias. Antes, se você tirasse até 30 dias poderia fracionar em até dois períodos, sendo que um deles não poderia ser inferior a 10 dias. Também havia a possibilidade de ⅓ do período ser pago em forma de abono.

Com a nova regra as férias poderão ser fracionadas em até três períodos, contanto que um dos períodos seja de pelo menos 15 dias corridos, e os demais não poderão ser inferiores a cinco dias corridos cada um.

Lembrando sempre que para que essa divisão seja possível é preciso haver concordância entre o colaborador e seu líder e que o terço constitucional pago sobre o valor das férias continua vigorando, pois é direito estabelecido pela Constituição.

No geral, essa já era uma prática comum em algumas empresas que com a nova legislação apenas se oficializou.

Veja alguns dos pontos mais polêmicos da reforma

  • Jornada de Trabalho A nova regra traz novidades na jornada de trabalho. Atualmente a jornada é limitada 8 horas diárias, 44 semanais e 220 mensais. Com a reforma, a jornada diária pode ser de 12 horas com 36 de descanso (o chamado 12×36) sempre respeitando o limite de 44 horas semanais e 220 mensais. Essa era uma prática bastante comum para profissionais de saúde e agora está liberada a todos.
  • Horário de Almoço Também foi alterada as regras sobre o horário de almoço e descanso, flexibilizando o tempo mediante a negociação — sendo vantagem para quem prefere sair mais cedo do trabalho.

CLT ou PJ( empreendedor Individual)?

Depende. A reforma trabalhista, por mais polêmica que seja, trouxe um pouco mais de modernidade, segurança jurídica e regras mais claras para o setor de tecnologia. Porém, ainda perde em competitividade salarial em relação ao Empreendedor Individual.

Lembrando que estamos falando sobre profissionais de tecnologia e startups, onde a relação empregado-empregador geralmente é flexível, aberta e de fácil relacionamento. Não estamos levando em consideração neste post os demais setores de nossa economia onde não há essa dinâmica de trabalho.

As duas opções, CLT e PJ, se encaixam perfeitamente em cada fase da jornada do desenvolvedor. Porém, para quem busca segurança e estabilidade (FGTS, 13º salário…) a CLT é a solução.

Já aqueles que buscam uma maior autonomia, um salário competitivo, a possibilidade de trabalhar remotamente para uma empresa internacional, a PJ continua sendo a melhor opção para desenvolvedores.

Guia do trabalho remoto para desenvolvedores

Ter mais controle sobre o próprio horário de trabalho, poder viajar ou se mudar quando quiser e passar mais tempo com a família. Todas essas são as motivações que levam as pessoas a sonharem com o trabalho à distância. E o principal motivo: se livrar do trânsito e das dificuldades inerentes à rotina de 8 horas de escritório. Por tudo isso, trabalhar remotamente vem se tornando o objetivo de muitos profissionais na área de desenvolvimento ao redor do mundo. Porém, no Brasil ainda são poucas as empresas que adotam de maneira extensiva a cultura do trabalho remoto, o que acaba fazendo com que cada vez mais desenvolvedores brasileiros procurem empresas fora do país que tenham essa cultura.

E você será que está pronto para um trabalho remoto?

Isso depende de uma reflexão sobre qual etapa da jornada do desenvolvedor você se encontra, pois o trabalho remoto exige muita responsabilidade — afinal, ele depende única e exclusivamente da sua disciplina e motivação.
Disciplina: É necessário estabelecer um planejamento claro sobre as atividades diárias, assim como se propor metas para as atividades, criando uma rotina e estabelecendo metas a cumprir durante o dia de trabalho. Pois as distrações podem e vão aparecer como filhos pedindo a atenção, aquele programa de TV, o sofá confortável pedindo uma soneca ou a tentação de ficar mais tempo dormindo de manhã.
Motivação: Tenha a certeza de que você é capaz de se manter auto motivado, e é capaz de acordar na hora certa e se manter produtivo. Por isso o trabalho remoto é mais recomendado para aqueles que já tenham ao menos 8 anos de experiência com desenvolvimento em empresas e que se sintam capazes de fazer o trabalho sem supervisão presencial de alguém.

O trabalho remoto passo a passo

Conseguir  migrar para a rotina de um trabalho remoto não é uma operação simples, mas está longe de ser um bicho de sete cabeças como muitos pensam. Podemos dividir a busca por essa oportunidade em 3 etapas: Procurando VagaContratação e Pagamentos.

Como encontrar trabalho

Muitas pessoas acabam desistindo justamente por não saberem onde encontrar vagas — apesar de existirem centenas de sites e fóruns disponibilizando oportunidades remotas, a falta de um processo claro e único intimida muitas pessoas.

Encontrar trabalhos seja como freelancer ou como programador remoto não é uma ciência exata, exige flexibilidade, maturidade e visão do mercado em geral. Mas tudo isso você vai aprimorar com a prática, então vamos focar em procurar oportunidades na internet que possam se encaixar no seu perfil de programador.

Existem várias maneiras de encontrar trabalho, como os sites de emprego, sites de freelancer, as comunidades, no Linkedin e etc. Vamos ver algumas delas.

Eu vou listar um conjunto de sites onde você pode encontrar vagas para se candidatar, então vamos lá:

Confira aqui alguns sites que você pode conseguir trabalhos remotos:
JobsGithubLandingJobsRemote OKStackOver Flow JobsRUBY JOBS BRAZILTRAMPOS.COAPinfoAngel ListWe Work Remotely.

Agora vamos aos sites de trabalhos como freelancer:
Freelancer.com99FrellasWorkanaProlancerGetNinjas.

Contratação

Bem, após encontrar a oportunidade você vai precisar se regularizar, já que o leão do imposto de renda não deixa passar nada. Caso o trabalho remoto seja para empresas no Brasil você pode escolher o modelo CLT ou PJ — recentemente discuti esse assunto numa postagem aqui no blog —  Reforma trabalhista para desenvolvedores.

Já para empresas internacionais, é recomendado que você tenha um contrato de prestação de serviços. Afinal, você não é contratado no modelo formal e esse contrato vai comprovar a origem e legalidade do dinheiro. Existem dezenas de modelos de contrato de prestação de serviço pela internet, mas lembre-se que cada caso é um caso — entrar em contato com algum advogado ou mesmo algum outro colaborador remoto da mesma empresa é uma boa jogada para não ter erro.

Pagamentos

Existem diversas opções quando falamos do pagamento. Obviamente, para trabalho remoto em empresas brasileiras não existe mistério algum, porém quando falamos de empresas internacionais precisamos escolher corretamente que plataforma/meio usaremos para garantir a sua segurança jurídica e não ter problemas na hora de declarar o imposto referente ao valor recebido.

  • Swift: Amplamente usado pela comunidade de desenvolvedores, é possível receber o dinheiro através de uma transferência bancária. É necessário apenas enviar todos os dados da transação para que a empresa no exterior possa efetuar o envio para um banco no Brasil. Apesar de ser extremamente simples de se fazer, a grande desvantagem do Swift é a cobrança de custos dos dois lados da operação.
  • Paypal: Talvez o mais conhecido de todos, o PayPal é uma ferramenta estável, segura e com credibilidade no mercado, sendo uma solução simples de se usar. Porém, é necessário ter cuidado ao usar a plataforma com empresas que você está fazendo negócios e ainda não adquiriu total confiança. Existem relatos de empresas que entraram com uma disputa e o dinheiro foi congelado sem retorno. Má fé existe em todo o lugar — vá com cautela e faça o máximo de pesquisa sobre a empresa antes de escolher esta forma de pagamento.
  • TransferWise: Aqui a empresa efetua o envio do dinheiro e ele cai automaticamente na sua conta, geralmente no prazo de 1 dia útil. A grande vantagem dessa opção é a baixa taxa cambial ou como eles mesmo falam — a taxa de câmbio justa. Outra opção similar ao TransferWise é o Xoom, um serviço do PayPal.
  • Husky: O Husky é um startup brasileira que promete simplificar o processo de pagamento para trabalhadores remotos. Você envia a sua documentação e a da empresa para que o Husky possa fazer a curadoria. Aprovada a documentação eles disponibilizam contas bancárias no exterior. Você repassa os dados bancários para a empresa que vai pagar e assim que identificam um pagamento em seu nome, transferem o dinheiro em reais direto em sua conta do Brasil, tudo isso cobrando apenas uma taxa única. Simple as Pie.
  • Bitcoin: Apesar do buzz que a criptomoeda vem fazendo nos últimos anos, ainda são poucas pessoas que optam por essa modalidade. Sua grande vantagem é a quase inexistência de taxas para movimentação entre países e a baixa burocracia. Utilizar essa solução no início não é tão simples, porém existem diversos fóruns e sites na internet que podem te ajudar como o BitcoinBrasil.

Conclusão

Escolher se tornar um programador remoto ou freelancer exige responsabilidade mas pode ser um grande salto para uma vida mais plena e feliz. Então eu aconselho que caso esse seja o seu desejo, você se organize para ter alguns meses financeiramente garantidos para poder iniciar sem desespero. Pois terá meses que irá chover Jobs e outros que não aparecerão nada, então é imprescindível ter um dinheiro guardado para essas ocasiões.

Por experiência digo que para mim o mês de novembro a março são os meses mais difíceis de aparecer jobs então fica o alerta.

 

O que é Front-end e Back-end?

Front-end e Back-end é uma divisão que os desenvolvedores de sites e aplicativos fazem para dividir o seu trabalho e de maneira simples o que dizer:
Front-end é aquilo que você vê e com o que você interage, ou seja, é a interface gráfica.
Back-end é o contrarregra por trás dessa interface, tudo aquilo que trabalha do lado do servidor.

O que faz um desenvolvedor de Front-end:

O desenvolvedor Front-end em tradução literal: o “lado da frente” é responsável pela programação da parte frontal da aplicação web. O determinante para este profissional é dominar conceitos e tendências do design para web, conceitos de identidade visual, entendimento de padrões de cores, usabilidade, ferramentas de edição visual e, em alguns projetos, edição de vídeo e criação de animações.

Elementos como títulos, textos, fontes, imagens, vídeos fazem parte do Front-end. Cores, estilos, efeitos e pequenas animações – utilizando regras de linguagem, marcação e programação* – são adicionados também ao Front-end que também inclui o comportamento da página, slides e popups.

As páginas criadas pelo Front-end são estáticas e podem funcionar em qualquer computador utilizando o navegador, pois elas não requerem banco de dados, processamentos de informações de dados, não envia dados de formulários ao banco ou servidor de email, não registra nenhuma informação no servidor.

Basicamente o Front-end desenvolve a página interativa entre o usuário e a interface e coleta as informações a serem passadas para o Back-end via formulários, Ajax e outros meios.

O mercado para desenvolvedores Front-end tem crescido de maneira exponencial, por isso conhecer apenas HTML, CSS e JavaScript não é mais suficiente. É preciso uma atualização constante, pesquisas e trabalho constante de aprimoramento.

* HTML não é linguagem de programação, é linguagem de marcação usada para arquitetar o site. CSS é linguagem de estilo, responsável por estilizar o site, com cores, alguns efeitos, formatar alguns elementos HTML. JavaScript (que é diferente de Java) é linguagem de script, com ela podemos criar efeitos, gráficos, manipular o HTML, colocar relógio, contadores, popups, validação dentre outras possibilidades. O Front-end também usa as linguagens XHTML, HTML5, CSS3, jQuery, AngularJS dentre outras.

Esse profissional utiliza os layouts em PSD (arquivos de Photoshop) criados pelo Designer ou Webdesigner e os transforma em uma página com HTML, CSS e JavaScript. Elementos como títulos, textos, fontes, imagens, vídeos são adicionados com o HTML; cores, estilos, efeitos e pequenas animações são adicionados por regras de CSS; o comportamento da página, slides, popups, validações e entre outras regras comportamentais são adicionadas via JavaScript.

O que é Front-end e quais suas responsabilidades? Click To Tweet

O que faz um desenvolvedor de Back-end:

Se antes o termo “Front-end” representava o “lado da frente”, o Back-end é “lado de trás”, ou seja, a programação pesada por trás de um site ou aplicativo: validações, processamento de dados e a comunicação da aplicação com o Banco de Dados e servidores.

O Back-end é responsável por coletar as informações enviadas das páginas do Front-end para uma base de dados*.

O desenvolvedor Back-end trabalhará com linguagens de programação**, mas o que destaca mesmo o desenvolvedor web não é a quantidade de linguagens de programação que ele conhece, mas a sua capacidade de interpretar algoritmos e o seu conhecimento sobre a lógica por trás da programação, além de possuir pleno conhecimento sobre o funcionamento de bancos de dados e servidores.

O trabalho do desenvolvedor Back-end pode ser um tanto abstrato, então seguem alguns exemplos de funcionalidades que são responsabilidades desse profissional:

Quando você cria a sua conta em um e-commerce, o Back-end cadastra seus dados no banco de dados da organização.
Quando você faz login, é através do Back-end que é possível validar se o nome de usuário e a senha estão corretos.
Em transações online, onde os seus dados serão enviados de forma criptografada para um sistema de pagamentos, como o PagSeguro, por exemplo; tem o trabalho do Back–end por trás.
Quando você precisa saber informações sobre a sua loja física como quantidade de produtos em estoque, faturamento, informações de clientes, tudo isso só é acessível através de programação Back-end.

O que é Back-end e quais suas responsabilidades? Click To Tweet

* O Back-end também transfere as informações da base de dados e as exibe nas páginas em HTML. Praticamente quase tudo que o programador entrega precisa do HTML para ser exibido ao usuário. O Back-end pode fazer tudo em programação desde sistemas robustos e grandes como CRM, ERP, CMS, Intranet, lojas virtuais, portais, aplicativos, sistema operacional, a programação menores como blog e site. Resumo: não há limites para um Back-end.

** Entre as linguagens mais conhecidas de programação destacam-se: PHP, Python, Ruby on Rails, .NET que apresentam facilidade de desenvolvimento web proporcionada ao desenvolvedor. O Back-end pode trabalhar com várias linguagens como PERL, C, C#,C++, VB, JSP, NodeJS, Java dentre outras cada uma com sua respectivas funções e necessidades.

Por trás do Back-end ou Front-end algo em comum:

O conhecimento para levar seu projeto sempre à frente.
Esses profissionais web tem suas características próprias tanto do ponto de vista de suas habilidades técnicas quanto dos objetivos e funções.

Espero ter conseguido passar para você a diferença entre esses dois profissionais, caso tenha alguma dúvida ou algo a acrescentar, deixe seu comentário que terei a maior satisfação em responder ou interagir.

O que é um site responsivo e a sua importância.

Mas afinal o que é um site responsivo?

Um site ou layout responsivo ou flexível é aquele que se encaixa em qualquer dispositivo do usuário (PC, celular, tablet, etc).

Um site responsivo muda a sua aparência e disposição com base no tamanho da tela em que o site é exibido. Se for uma tela pequena, os elementos se reorganizam para mostrar as coisas principais em primeiro lugar.

Sites não responsivos criam dificuldades como:

Em smartphones, a navegação e experiência do usuário ficam difíceis e limitadas tendo que usar recursos de zoom in e out para ler a página na íntegra. Outros detalhes como
botões e menus ficam desformatados porque não foram feitos para esse dispositivo ou resolução.

Preciso atualizar meu site para responsivo?

Sem dúvida. O Google lançou uma campanha chamada #MobileMadness onde desde 21 de abril de 2015 a compatibilidade de um site com dispositivos móveis se tornou um fator de classificação nos resultados de buscas do Google. Hoje é fundamental que o seu site seja responsivo pela experiência de navegação que deve passar para o usuário e também para ficar adequado aos buscadores e aumentar a sua relevância.

Como testar se um site é responsivo:

Existem dezenas de sites que simulam várias resoluções de telas para você testar o seu site, por exemplo, o Responsive Design Checker e a ferramenta Screenfy O Google também possui um site para você fazer um teste de compatibilidade com dispositivos móveis. Para acessá-lo clique aqui.

Um site responsivo custa mais caro?

Todos os sites que eu desenvolvo já vêm com essa tecnologia e esse serviço já está incluso no desenvolvimento do projeto.

Meu site não é responsivo. O que fazer?

Entre em contato comigo para conversarmos sobre isso, pois provavelmente o seu site tem tecnologia ultrapassada e só fazer o responsivo dele não irá ajudar muito e em muitos casos será preciso refazê-lo. Ou você também pode entrar em contato com o seu programador de confiança. Quanto antes fazer isso melhor, pois você pode estar perdendo acessos, vendas e ranqueamento no Google. Caso queira minha consultoria terei o maior prazer em poder lhe ajudar, basta clicar aqui solicitando um orçamento de otimização de projeto.

Os números falam por si (de acordo com a pesquisa da REVISTA EXAMES.)

A notícia recente de que o brasileiro já utiliza mais o aparelho celular do que o computador pessoal para acessar a Internet não impressionou quem acompanha as estatísticas de uso de celular no Brasil.

Afinal, o número de acessos em banda larga móvel já supera em muito o de banda fixa. Considerando acessos 3G e 4G, a banda larga móvel fechou o ano de 2015 no Brasil com quase 192 milhões de acessos, contra menos de 26 milhões em banda larga fixa.

O brasileiro já utiliza mais o aparelho celular do que o computador pessoal Click To Tweet

Outros números interessantes referentes às estatísticas de uso de celular no Brasil mostram o quanto a mobilidade está presente no dia a dia dos brasileiros:
– No final de 2014 o Brasil já era o 6º mercado mundial de smartphones, superado apenas por China, EUA, Índia, Japão e Rússia;
– No segundo trimestre de 2015 o número de brasileiros que usam o smartphone para acessar a Internet ultrapassou a marca de 72 milhões, representando um aumento de 23,5% em relação ao semestre anterior;
– O número de internautas brasileiros que realizam pagamentos através de seu smartphone dobrou em um ano, passando de 21% no final de 2014 para 46% em 2015 (dados de dezembro de 2015);
– 41% dos internautas brasileiros já realizaram pelo menos uma operação de compra de mercadorias físicas usando seu smartphone (dados de setembro de 2015);
– Crescimento do e-commerce no Brasil: em 2014 as compras por smartphone totalizaram R$15,1 bilhões, representando mais de um sexto do e-commerce brasileiro. Em novembro de 2015 essa marca já estava próxima de 20%, indicando que praticamente um quinto das compras já é realizado através do smartphone;
– Em pesquisa de novembro de 2015, 20% dos donos de smartphones possuíam algum aplicativo pago, e 45% realizaram algum tipo de compra “in-app” (isto é, de dentro de um aplicativo);
– Os donos de smartphones no Brasil possuem, em média, 15 aplicativos instalados (dados divulgados em dezembro de 2015), e o Whatsapp está presente em 93% dos aparelhos;
– 88% dos brasileiros que possuem smartphone usam o aparelho para trocar mensagens (dado de dezembro de 2015). Embora a percentagem de jovens seja naturalmente mais alta, 70% dos usuários com mais de 55 anos realizam operações do tipo.
– Aproximadamente 73% dos brasileiros que possuem smartphone não saem de casa sem ele e, para os jovens, é o item mais importante a ser levado a um evento, à frente de documentos e dinheiro (dados de junho de 2013);
– 26% dos donos de smartphones pedem comida através de aplicativos, e 20% os utilizam para chamar táxis ou para comprar ingressos para eventos;
– O Brasil é o terceiro país no ranking dos viajantes conectados.

Os dados mostram que o mercado nacional de smartphones está amadurecendo rapidamente. E que o comportamento, expectativa e intensidade de utilização de dispositivos móveis dos usuários brasileiros estão avançando de maneira irreversível, criando um novo canal para o relacionamento com clientes.

Viu a importância de ser ter um site responsivo? Não perca mais tempo, se o seu site não tem essa tecnologia procure rapidamente um profissional, pare de perder rankeamento e deixe o seu site ao alcance de todos.