Elasticsearch: buscas avançadas sem mistério

Nos últimos tempos, uma nova referência em search engine vem surgindo dentre o mundo dos desenvolvedores: o Elasticsearch.  A partir de então, conceituar e compreender do que se trata essa tecnologia que promete um sistema de buscas descomplicado virou meta para todos.

Neste artigo, tentarei trazer, sem mistério, alguns tópicos importantes sobre o mecanismo e de que forma ele pode impactar positivamente em sua rotina.

O que é Elasticsearch?

Assim como alguns dos conceitos do mundo web, o Elasticsearch possui uma série de diferentes atribuições. Em consequência disso, é possível que você encontre pela rede diferentes descrições para ele. Vamos nos ater, no entanto, àquela que engloba de forma simples e concisa as reais funcionalidades do projeto.

  • É um sistema de busca de código aberto (cujo código-fonte pode ser moldado de acordo com a finalidade do usuário);
  • Foi desenvolvido sob a base do Lucene, um software de busca e database escrito na linguagem Java. Pode-se dizer que o Elasticsearch é uma evolução do Lucene, já que simplifica e torna menos complexa a estrutura de sua interdace-base.
  • Possui, além do mecanismo de busca, a funcionalidade de pesquisas full text (pesquisa otimizada que oferece resultados mais precisos), além de análises de dados precisas e fornecidas em tempo real.
Já pensou em otimizar seu sistema de buscas tornando-o mais eficiente? Conheça uma alternativa que já faz parte da vida de muitas corporações: Click To Tweet

Como funciona?

O ElasticSearch disponibiliza seus dados (que são armazenados em forma de documentos, que são armazenados em conjuntos correlacionados) em JSON, um formato compacto para a transação de dados e que interage com os principais bancos de dados existentes.

O serviço armazena seus dados de forma não-relacional, ou seja, com estruturas flexíveis, com alta escalabilidade, disponibilidade e baixo custo operacional. Como consequência, ele permite a retomada de buscas pesadas, com análise de grandes volumes de informação em tempo curto.

Para otimizar as buscas, existe também o Índice Invertido, técnica usada pelo Elasticsearch para permitir que os usuários encontrem seus resultados com rapidez e eficácia.

Quais as vantagens do Elasticsearch?

  • Possui um sistema de instalação e execução fácil, com tutoriais disponíveis no próprio site;
  • Por ser desenvolvido em Java, é compatível com um grande número de plataformas;
  • Seu tempo de resposta é bastante alto, o que faz com que um documento adicionado seja incorporado às buscas segundos após sua inserção no sistema;
  • Permite explorar dados em uma velocidade e escala muito superiores às anteriormente disponibilizadas;
  • Pode ser usado por grandes corporações e também pequenas, como start-ups ou por desenvolvedores;
  • Possui recursos adicionais como geolocalização, analytics e outros.

Quem usa?

Por conta de suas potencialidades e facilidade de operação, o Elasticsearch se tornou aliado der grandes companhias, como a Wikipedia, Ifood, The Guardian, Vagas.com, Netflix, Linkedin, entre muitos outros!

O que achou deste inovador mecanismo? Conte aqui nos comentários ou entre em contato para conversarmos sobre estas e outras potencialidades cabíveis a seu projeto!

O que é CDN – Content Delivery Network?

Quando acessamos algum site, o conteúdo dele é baixado, mesmo que temporariamente para o computador. Isso já sabemos, mas de que forma acontece? É que vamos entender neste artigo sobre CDN.

Para que o conteúdo seja baixado, os desenvolvedores da página hospedam o material em algum lugar, no qual as informações são enviadas para a sua máquina, permitindo o bom funcionamento. Só que o conteúdo não está armazenado em um único lugar. Existe um tipo de teia de dispositivos que trabalha reunida para regionalizar o armazenamento dos dados, e isso facilita o acesso a eles, através de computadores de várias partes do mundo.

Agora, tudo vai fazer sentido, pois é aí que entra uma CDN – sigla em inglês para Content Delivery Network. A Rede de Distribuição de Conteúdo permite fornecer as informações na web de maneira mais rápida a um grande número de usuários, distribuindo-as por múltiplos servidores, através da duplicação e do direcionamento do conteúdo ao utilizador com base na proximidade do servidor.

Várias empresas a nível mundial oferecem esse serviço para que grandes sites, acessados de diferentes locais, tenham agilidade na entrega do produto.

Saiba o que é uma CDN, uma Rede de Distribuição de Conteúdo. Ela permite fornecer conteúdo web de maneira mais rápida a um grande número de usuários. Click To Tweet

E o que faz a CDN?

Com a ideia do tamanho da internet hoje em dia, sabemos que é inviável distribuir os conteúdos para bilhões de dispositivos de lugares fixos. Vamos exemplificar: o Google e o Facebook trabalham com bilhões de acessos a todo instante, não é? Isso seria capaz de derrubar qualquer servidor se ele trabalhasse sozinho.

Portanto, para oferecer conteúdo com agilidade e estabilidade necessária, existem as CDNs, que são as redes não centralizadas em um único servidor. Elas hospedam um conteúdo em servidores espalhados em várias partes, e isso permite sua distribuição, independente de onde o acesso é feito.

Explicando ainda mais, isso mostra que quem acessa a rede do Brasil, por exemplo, recebe imagens, textos e códigos que um site oferece de um servidor próximo daqui. Já quem faz o mesmo no Canadá tem o conteúdo fornecido por servidores próximos de lá, aprimorando todo o processo e melhorando a experiência dos usuários.

Benefícios de uma CDN

Você já pensou utilizar uma CDN para seu site ou e-commerce? Atualmente, calcula-se que mais da metade do tráfego mundial passa por CDNs e a Akamai, a maior delas, trafega 30% de todos os dados do mundo. Todos os grandes sites utilizam CDNs, mas, agora, a tecnologia está acessível às médias e pequenas empresas.

Conheça alguns benefícios de uma CDN e como ela pode te ajudar a melhorar a competitividade do seu site.

Melhor desempenho e menor atraso

A CDN é uma maneira simples e fácil de aumentar a velocidade de carregamento dos websites e reduzir a latência, ou seja, o atraso.

Melhor SEO

Seu site terá melhor posicionamento de SEO, pois a velocidade da página é um fator muito importante no posicionamento dela nos resultados da busca orgânica. Além disso, a taxa de rejeição será menor porque a navegação é mais rápida, melhorando seu posicionamento.

Defesa contra DDoS

A CDN pode fornecer mais segurança. Isso porque todo o tráfego do site passa pela rede da CDN, e é nos servidores de borda dela que serão mitigados ataques DDoS. Enquanto isso, os usuários e o site e não perceberão que houve um ataque.

Ficou alguma dúvida? Deixe seu comentário abaixo.

PWA: descubra as vantagens de utilizar essa nova tecnologia em suas plataformas digitais

Você já deve ter ouvido falar por aí sobre o PWA, a mais nova forma de navegar na internet que está deixando os desenvolvedores animados. Mas você sabe o que é?  O PWA nada mais é do que aplicações e funcionalidades usadas em apps adaptadas para os navegadores da web.

O Progressive Web Apps, como é chamado, está ligado à experiência do usuário, facilitando seu acesso e melhorando a navegação na web. Ele está ligado à tecnologia avançada dos navegadores modernos, como Push API, Cache, Web Worker e Service Worker. Essas tecnologias possibilitam que o usuário tenha uma experiência parecida com os aplicativos mobiles diretamente de seu browser.

Além disso, à medida que o usuário acessa a página com PWA, o navegador vai se tornando cada vez mais disponível off-line, possibilitando que o usuário acesse as informações da página mesmo quando não há conexão. Isso porque as informações ficam armazenadas no cache.

A experiência vai se assemelhar tanto com os apps baixados nas stores, que será até possível fixar o aplicativo na home screen do computador/celular, deixando a experiência igualmente parecida com a de um app nativo, mas com suas vantagens.

Cerca de 60% dos aplicativos disponíveis nas stores nunca foram baixados! Descubra porque o PWA tem grandes chances de ser o futuro na negação na web Click To Tweet

Principais vantagens do PWA

Uma das principais vantagens para quem está implementando o Progressive Web Apps é, sem dúvida, a economia. Os gastos com aplicativos nativos são altos, visto que você precisa desenvolver o app para ambas as plataformas, iOS e Android.  Já com o PWA, você só precisa desenvolver um app, que vai rodar normalmente em ambos os sistemas.

Além disso, o PWA também é:

  • Progressivo: funciona em qualquer browser;
  • Responsivo: feito para qualquer dispositivo, tanto desktop quanto mobile;
  • Conexão: funciona off-line graças ao Service Worker;
  • Familiaridade: o usuário se sente em um app nativo;
  • Atualização: o PWA não precisa se atualizado. O Browser detectará fazer a atualização automaticamente;
  • Segurança: funciona somente em URLS seguras (https);
  • Engajável: através de push notifications, o usuário pode ser constantemente engajado.
  • Rápido acesso: é possível adicionar um ícone na tela principal do smartphone.

Como usar o PWA?

Criado em 2015 pelo Google, o PWA tem ganhado bastante adeptos por ser muito fácil de implementar. Diferentemente do que acontece com os aplicativos nativos, o WPA não precisa ser baixado para ser utilizado. Assim que o usuário o encontrar o que deseja, já poderá começar a usar.

Quando o usuário usar novamente o PWA ele poderá optar por instalar um ícone em sua tela inicial, deixando o app pronto para ser usado a qualquer momento, oferecendo uma experiência igual a que temos com os apps nativos.

O fato de não precisar seguir uma série de passos para utilizá-los, tornam os PWAs muito vantajosos. Além disso, eles também aumentam a retenção dos usuários, porque possibilitam uma experiência contínua.

Estudos apontam que 60% de todos os aplicativos disponíveis nas stores nunca foram baixados.  Nos EUA, o número de downloads de aplicativos diminui 20% a cada ano. As únicas empresas que ainda obtém sucesso com os apps nativos são o Snapchat, Uber e Airbnb.

Cases de sucesso

A empresa Flipkart, o maior e-commerce da Índia, possui um dos cases mais famosos envolvendo o PWA. A experiência na construção do Flipkart Lite, versão PWA do app, resultou em um aumento de 70% nas conversões.

Confira outros números interessantes sobre a empresa:

  • O tempo de permanência dos usuários no site aumentou três vezes;
  • O engajamento está 40% maior;
  • O consumo de dados diminuiu quase três vezes.

Empresas internacionais como Alibaba, The Washington Post e Housing.com também são algumas das empresas que estão colhendo os frutos da implementação do PWA em suas plataformas. Em 2016, ambas registraram um aumento nas taxas de engajamento após utilizar o Progressive Web App em seus sites mobile.  As empresas possuem um objetivo em comum: permitir que o usuário tenha uma experiência rápida e com um menor consumo de dados.

Você já testou algum site com PWA? Já ouviu falar sobre essa novidade? Conta pra min nos comentários!

Google Analytics: a melhor forma de monitorar a presença da sua marca na web

Se você possui uma página na web, deve saber que o Google Analytics é um das maiores ferramentas de monitoramento de tráfego. Ele pode ser instalado em qualquer página da web, seja e-commerce, site ou blog e é gratuito.

Sua principal função é monitorar a forma como os usuários se comportam nas páginas dos sites. Essa análise gera importantes informações do perfil de do público-alvo. Também ajuda a verificar se determinada campanha de marketing está tendo a resposta esperada.

O monitoramento do tráfego da página é uma das principais funções das atividades online e é indispensável para a gestão dos negócios. O Analytics oferece mais de 500 tipos diferentes de métricas, além de relatórios com cruzamentos personalizados.

Instalação do Google Analytics

Você pode criar uma conta básica, que oferece acesso a todos os dados sobre o trafego das páginas. Para começar, acesse o site do Google Analytics.

Clique no botão “Criar uma conta”, localizado no canto superior direito da página.

Google Analytics: a melhor forma de monitorar a presença da sua marca na web
Google Analytics: a melhor forma de monitorar a presença da sua marca na web

Insira a conta de e-mail do Google à qual você atrelou o Analytics. Caso ainda não possua uma conta do Google, basta cria-la. Ela é gratuita.

Google Analytics: a melhor forma de monitorar a presença da sua marca na web
Google Analytics: a melhor forma de monitorar a presença da sua marca na web

Principais ferramentas do Google Analytics

O Google Analytics oferece inúmeras ferramentas para ajudar no processo de monitoramento de sua página. Confira as principais:

Ferramentas de análise

Você pode personalizar seus relatórios com apenas alguns cliques. O Google Analytics possui uma plataforma de relatório simples e eficiente que facilita todo o processo de análise.

Conteúdo de análise

Através dos relatórios de conteúdo, é possível compreender o desempenho do seu website. Dessa forma, é possível criar uma melhor experiência para seus clientes.

Análise de redes sociais

O Google Analytics a avaliação do sucesso dos programas de mídias sociais. Através dele é possível analisar como os visitantes interagem com recursos de compartilhamento na página e engajá-los nas plataformas sociais.

Análise para celular

Também é possível medir o impacto do dispositivo móvel da sua página através do Google Analytics. Além disso, ele também oferece suporte para a criação de aplicativos para celular, através de kits de desenvolvimento de softwares para iOS e Android, possibilitando o monitoramento do app.

Análise de conversão

Você pode medir o número de cliente que está atraindo para sua página, monitorar o número de usuários engajados em seu site e o quanto você está vendendo.

Análise de publicidade

Através do Analytics é possível acompanhar o desenvolvimento de suas redes sociais, pesquisas e anúncios para celular, além de gráficos. Para isso, basta vincular a atividade em sua página às campanhas de marketing. Desta forma, é possível obter a imagem completa e melhorar o desempenho da publicidade da página.

Descubra porque o Google Analytics é a melhor forma de monitorar a presença da sua marca na web. Click To Tweet

Demais funcionalidades

Relatório em tempo real

Descubra, em tempo real, quantas pessoas estão acessando sua página, de onde elas vieram e o que estão visualizando.

Relatórios personalizados

A criação de um painel de controle de métricas pode ser feito de forma rápida e simples através de acesso instantâneo às respostas de que precisa. Você também pode compartilhar os relatórios que produzir.

Variáveis personalizadas

Entenda melhor seus segmentos de cliente e descobrir qual o nível de engajamento do seu site, através das variáveis personalizadas. Elas permitem que você customize o Analytics e colete dados do cliente que sejam mais importantes para sua página.

Segmentação avançada

Aplique segmentos predefinidos, como “Visitas com conversões” ou “Tráfego orgânico”, ou crie seus próprios segmentos para descobrir as melhores estratégias para gerar conversão em seu site.

Painéis de controle

Comece por um painel de controle “KPIs da empresa” geral que inclui os indicadores de desempenho mais importantes para sua organização. Crie um painel de controle “SEO” para sua otimização de mecanismos de pesquisa. Todos os painéis de controle são de arrastar e soltar, totalmente com base no widget e altamente personalizáveis.

Visualização

O Analytics oferece uma grande variedade de ferramentas de visualização eficientes, inclusive Visualização de navegação e Google Analytics na página. Os relatórios da Visualização de navegação analisam o caminho que um visitante percorre em seu site. Já oGoogle Analytics na página ajuda você a avaliar visualmente como os usuários interagem com suas páginas.

Compartilhamento

As ferramentas de compartilhamento do Analytics permitem que seu time de criação de palavras-chave trabalhe em sincronia com as equipes de SEO e conteúdo. Você pode usar o recurso “inteligência e alertas” para descobrir alterações.

API e personalizações

Aplicativos, plug-ins e recursos personalizáveis estão disponíveis para ajudar você a integrar o Google Analytics aos fluxos de trabalho de sua organização. Aproveite soluções de terceiros ou crie seus próprios aplicativos usando a API do Google Analytics.

Você já utiliza o Google Analytics em suas páginas da web? Comente um pouco sobre sua experiência!

Briefing para desenvolvimento web: 6 dicas para tornar o seu impecável

Se o objetivo é gerar expressividade para um negócio ou produto na rede, é indispensável criar um briefing, para ele, um website para divulgar suas características, diferenciais e contatos, certo?

E você já parou para pensar no quão importante é o alinhamento das expectativas do cliente e do desenvolvedor para com o projeto?

Para garantir que ambos trabalhem com foco no mesmo resultado, é fundamental que seja elaborado um briefing de qualidade. Quer entender um pouco mais sobre o processo do briefing? Então confira abaixo 6 dicas para otimizar o seu!

Antes de mais nada…

Vamos repassar um breve conceito de briefing para que fique mais fácil entender como ele funciona e por que é tão importante.

O Dicionário Michaelis define Briefing como um termo da área jornalística e de publicidade, sendo o “ato de transmitir informações básicas, instruções, normas, etc., elaborado de forma concisa, para orientar a execução de um determinado trabalho.” Deu pra ver que “orientação” é a palavra-chave desse conceito, não é?

No desenvolvimento web as coisas também seguem a mesma lógica: o briefing alinha, orienta e detalha as expectativas e objetivos principais do cliente para o desenvolvedor, buscando facilitar a fluidez do projeto e otimizando a entrega de um resultado final satisfatório para todos os envolvidos!

O briefing perfeito!

Mantendo em mente a busca pela clareza e pelo alinhamento de expectativas entre o cliente e o desenvolvedor, listo abaixo algumas dicas para se construir um briefing didático, funcional e prático. A forma como estas dicas serão incorporadas dependerá do método do desenvolvedor, muito embora seja de senso comum que conversas tidas pessoalmente enriquecem o briefing para além das informações pontuais que são obtidas por meio de conversas por redes sociais, e-mail ou até telefone.

Quer entender um pouco mais sobre o processo do briefing para web? Então clique e confira 6 dicas para otimizar o seu! Click To Tweet

DICA 1: descrevendo o objetivo do projeto:

Antes de mais nada, é preciso esclarecer o objetivo do projeto. Como é o posicionamento do negócio na web? O objetivo criar um website para potencializar a presença na rede ou revitalizar um projeto já existente?

DICA 2: conversando é que se entende!

Conhecer a fundo o negócio ou serviço para qual o website será desenvolvido é um grande trunfo para o desenvolvedor. Portanto, se você possui um negócio e quer uma boa página para ele, prepare-se para abrir o coração. Insira na conversa detalhes de como seu negócio surgiu, o que ele envolve, quais seus diferenciais e qual o perfil dele em relação ao mercado. Explique também como seu negócio se posiciona no mercado e quais estratégias de marketings já são usadas. Isso ajudará o desenvolvedor a pensar seu projeto de forma personalizada, encontrando para ele plug-ins e recursos específicos.

DICA 3: alinhando os aspectos técnicos:

Após a conversa inicial, já é possível partir para um papo mais direcionado à parte técnica do negócio. Nesse momento, os alinhamentos dirão respeito ao público-alvo do serviço (e aqui é importante buscar o máximo possível de detalhamento! Saber detalhes sobre o público que busca um serviço faz com que o desenvolvedor consiga falar melhor a língua daquele que deve ser impactado pelo projeto.), metas de curto, médio e longo prazo, diferenciais do serviço em relação à concorrência, serviços oferecidos. Nesse momento da conversa, já será possível construir um esboço preliminar das abas do site e do conteúdo abordado em cada uma delas.

DICA 4: conhecendo a concorrência e as referências:

Não deixem de alinhar, durante o briefing, os principais concorrentes do segmento e o que cada um deles faz de melhor e de pior. Possuir parâmetros comparativos auxilia –e muito! – na construção de um projeto que supere expectativas. Façam isso também com sites, em geral, que possuam ferramentas e recursos que agradem ao cliente. Essa etapa do briefing auxilia na construção da aparência buscada pelo cliente para seu projeto.

DICA 5: desenvolvedor, organize-se!

No briefing inicial já é possível elencar o que há de material consolidado sobre aquele negócio ou serviço e o que precisará ser elencado no momento de construção do site. É importante que o desenvolvedor se organize para possuir em mãos todas as informações necessárias no momento de colocar a mão na massa. Estabelecer um contato amigável durante o briefing tornará o processo de coleta de informações adicionais mais simples e fácil.

DICA 6: deixe o processo às claras!

Sabemos que o cliente deseja ver o resultado final do serviço contratado com o máximo de agilidade possível e que, por sua vez, o desenvolvedor precisa de um tempo-base para criar um projeto funcional e que atenda às necessidades do cliente. O briefing pode ser o momento inicial para deixar às claras esta etapa do processo. Conhecendo o timing do cliente, é possível para o desenvolvedor planejar-se em função do prazo que possui, negociando de antemão a necessidade de mais ou menos tempo para concluir o serviço acordado.

 

Para ajudar na otimização de seu processo de briefing, preparei um modelo para guiar a conversa entre cliente e desenvolvedor. Clique aqui, baixe o seu e depois me diga se o documento te ajudou!

Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos

Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos conheça as diferenças e benefícios de cada um

No mundo de aplicativos mobile, existem três tipos: os Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos. No momento de escolher o melhor app, é comum surgir dúvidas, mas, neste artigo, você entenderá as especificações de cada um, bem como os benefícios e diferenças.

Aplicativos Nativos

Os aplicativos nativos são instalados e armazenados no dispositivo smartphone/tablet e podem ser acessados através de ícones na tela principal do aparelho. Eles são baixados pelo aplicativo de loja da plataforma específica compatível, como Google Play (Android) e App Store (iOS). Como são feitos especificamente para a plataforma, podem usar as funcionalidades do sistema operacional do smartphone, como câmera, GPS e lista de contatos.

Os aplicativos nativos têm a vantagem de funcionar sem conexão com a internet, caso o conteúdo esteja embarcado. Ele também otimiza o código por trabalhar com as bibliotecas do sistema operacional do dispositivo. O modelo requer desenvolvedores com conhecimento mais específico e pode ter um investimento alto.

Aplicativos Híbridos

Assim como os aplicativos nativos, os híbridos podem ser baixados através de um aplicativo de loja, ficam armazenados na tela principal do smartphone/tablete e aproveitam as funcionalidades do dispositivo. Este tipo é popular, pois permite desenvolvimento multiplataforma, através da utilização do mesmo HTML para diferentes sistemas operacionais.

Eles são desenvolvidos com linguagens e tecnologias de web apps e usam wrappers ou frameworks para serem convertidos em um aplicativo instalável no dispositivo. Como web apps, podem ser baseados em HTML5 e exibidos através de um navegador no aplicativo, assim, o conteúdo é carregado da web.

Tem a vantagem de exigir apenas conhecimento de desenvolvimento web, permitindo um investimento menor, pois tem pouco custo de desenvolvimento.

Mobile Web View

Os Web apps não são, na prática, aplicativos, são páginas na internet acessadas através de um navegador. São sites que parecem com um aplicativo nativo. As pessoas podem acessá-lo com a URL e têm a opção de instalar na tela principal do dispositivo, criando um atalho para aquela página.

Tem a vantagem de não necessitar da burocracia de ser aprovado para entrar nas app stores e pode ser atualizado com mais facilidade. O investimento de desenvolvimento é menor e a dependência de distribuição é reduzida.

Escolha o app que mais combina com seu negócio. Saiba quais são os benefícios dos aplicativos Mobile WebView, Nativo e Híbrido. Click To Tweet

Qual escolher?

Depois das explicações, confira algumas características que podem te ajudar a escolher o aplicativo, baseado nas vantagens:

  • Velocidade: O nativo é mais rápido, pois tem acesso direto ao sistema operacional e é programado especificamente na linguagem nativa do dispositivo.
  • Investimento/custo de desenvolvimento: web apps e aplicativos híbridos são mais baratos. O nativo requer conhecimentos de uma linguagem específica.
  • Manutenção: Os tipos web apps e híbridos podem ser atualizados com frequência, como uma página na internet. Já a manutenção dos nativos pode ser mais complicada.
  • Restrição de conteúdo e aprovação: O modelo web é facilmente acessível para publicação. O nativo ou híbrido devem ser enviados à loja do app que tem seus próprios termos de uso ao qual o aplicativo será submetido.

 

Desenvolvimento de apps não é tão simples quanto se imagina. Se você quer descobrir mais sobre o desenvolvimento de aplicativos que promovam a interação com o público, aumentem as vendas, entre outros benefícios, saiba mais aqui.

Entenda a diferença entre UI Desing e UX Design

UI Desing e UX Design o avanço na tecnologia dos produtos e sistemas, assim como a constante busca por novidades na comunidade de designers faz com que os fabricantes busquem formas inovadoras de agradar o público. Por exemplo, um site deve ser rápido e prático, além de ter uma aparência organizada e agradável. E é aí que entra o papel do UI Design (User Interface Design) e UX Design (User Experience Design).

Neste artigo você vai conhecer a importância e a diferença entre essas duas nomenclaturas. Por mais que os nomes sejam parecidos, eles possuem abordagens diferentes. Resumindo, o UI é o desenho, interface do site, com diversos elementos, e o UX é a parte de interação e experiência do usuário. Mas vamos entender melhor.

O que é UI Design?

O User Interface – ou interface do usuário – é o responsável pela parte visual de um projeto, onde o usuário pode navegar e perceber todos os detalhes do trabalho, interagindo com o aplicativo, rede social, programa ou site. É tudo que é perceptível visualmente, levando a pessoa a ter uma interação. Pode ser através de um menu, botão ou algum som. Trabalha com os detalhes, cores, ou seja, todas as partes visuais de um site.

Mas o UI vai muito além de botões e cores. É de responsabilidade dele criar layouts, com imagens, textos e chamadas para ação. Um bom projeto antecipa as necessidades do usuário, garantindo elementos de fácil utilização e acesso. Não basta apenas ter uma interface bonita, ela precisa garantir usabilidade, ser user-friendly, ou seja, ter uma experiência amigável.

Confira boas práticas que auxiliam nesse processo de criação de um projeto de UI:

  • Seja objetivo;
  • Deixe claro o que pode ser selecionado ou clicado;
  • Utilize mais contraste do que similaridade;
  • Não esconda as informações. Elas devem ser claras e explícitas;
  • Utilize menos campos de preenchimento nos formulários;
  • Agrupe informações parecidas ao invés de separá-las;
  • Recomende uma ação característica ao invés de mostrar muitas com o mesmo intuito;
  • Deixe o caminho mais fácil para o usuário desfazer alguma interação. Assim, você evita a saída do site ou app.
Conheça a diferença entre UI Desing e UX Design. Por mais que os nomes sejam parecidos, eles possuem abordagens diferentes. Click To Tweet

O que é UX Desing?

O User Experience Design está ligado às sensações e ao sentimento, portanto, deve oferecer a melhor experiência possível ao usuário. O UX Desing estuda as necessidades reais para elaboração de um bom projeto. Ele cria e sincroniza os elementos que vão afetar a experiência com o produto. Este produto pode ser um site, app, dispositivo móvel, máquina ou outras plataformas de interação.

Como o UX pode influenciar as percepções e comportamentos, ele deve pensar exclusivamente na relação de um produto com a pessoa, tornando a mais simples e natural.

Mas sabemos que cada pessoa tem uma experiência e interação diferente diante de determinado produto ou serviço. Para isso, o UX deve trabalhar sempre para impactar positivamente o maior número de pessoas possíveis. E isso é feito através de pesquisas e testes.

Na prática

Para entender melhor a aplicação, vamos pensar em um e-commerce que vende canecas. O UI Desing desenvolverá as telas do site de modo que os elementos gráficos ajudem a navegação do usuário.

O UX garantirá a experiência, abrangendo todos os pontos de contato com o e-commerce. Desde o modo que o levou até o site, até a embalagem da caneca, ou seja, o produto em si, o atendimento e as interações nas redes sociais da marca.

Concluindo

O UI Design faz parte dos elementos que compõem o UX Design. O UI é a interação entre a interface e o usuário e o UX trabalha o emocional do usuário, a experiência com o sistema.

Ficou claro? Se tiver alguma dúvida, comente abaixo.

WordPress editor 4.8: o mais novo lançamento da plataforma

O WordPress é uma das principais plataformas para quem deseja iniciar uma página na internet. A marca iniciou suas atividades como uma plataforma apenas para blogs, mas, hoje, funciona como um dos melhores CMS do mundo. Recentemente, foi lançada sua mais nova versão, o WordPress Editor 4.8.

9 motivos que tornam o wordpress o melhor

  1. Open Source: O WordPress é uma plataforma gratuita que pode ser utilizada para diversas finalidades, sem custos com licenças ou propriedades.
  2. SEO: A plataforma já vem otimizada com motores de busca, como o Google, o que ajuda na melhor colocação orgânica. O WordPress também oferece grande variedade de plug-ins.
  3. Design responsivo: O WordPress disponibiliza um design responsivo para todos os dispositivos mobile e desktop.
  4. Acessibilidade: A plataforma apresenta um CMS acessível para portadores de necessidades especiais.
  5. Gestão de conteúdo e facilidade de uso: Possui interface simples e gestão de conteúdo compreensível para leigos. Todo o conteúdo do site, como itens de menu e páginas, podem ser gerenciados sem a necessidade de um programador.
  6. Atualizações: Possui evoluções contínuas para garantir a segurança e sempre implementa novos recursos tecnológicos.
  7. Plugins e temas: A plataforma sempre disponibiliza novas extensões e recursos através de plug-ins. Ou seja, o WordPress apresenta novas funcionalidades todos os dias.
  8. Multifacetado: O WordPress possibilita a criação tanto de sites quanto blogs e oferece a mesma qualidade para ambos.
  9. Gestão de usuários: É possível ter vários usuários administrativos, o que facilita o processo de gestão de conteúdo.

WordPress editor 4.8

O WordPress lançou no dia 8 de junho de 2017 a mais nova atualização de seu editor, o WordPress Editor 4.8. Junto com essa novidade, foram aprimorados alguns pontos de acessibilidade e criadas novas possibilidades de hooks e APIs.

A mais recente versão também trouxe consigo novos widgets para melhorar a experiência de gestão dos usuários.  Confira as novidades:

  • Widget para imagem, vídeo e áudio: Agora, a plataforma faz uso e interage com a REST API. Possui uma base sólida que suporta novas adições de componentes no futuro, além possibilitar integrações mais dinâmicas do usuário.
  • Widget de texto: Essa função ganhou a adição do TinyMCE, tornando-se um editor de formatação de textos. Entretanto, as formatações ainda são limitadas, oferecendo itálico, negrito, links e lista ordenada ou não ordenada.
  • Widget “novidades e eventos do WordPress”: Para os usuários logados no painel, a nova função exibe eventos da comunidade do WordPress próximos à sua localização.
Conheça o WordPress editor 4.8: o mais novo lançamento da plataforma que promete melhorar a experiência do usuário. Click To Tweet

Principais melhorias da versão 4.8

EM suma, são três os principais benefícios que a nova versão do WordPress Editor oferece ao usuário.

  • Suporte aos navegadores de internet;
  • Melhorias no “link boundaries”;
  • Estruturação para a chegada do Gutenberg.

Evolução constante

Já no próximo ano está marcado o lançamento do novo editor do WordPress, o Gutenberg. Ele está sendo desenvolvido e promete revolucionar o ecossistema da plataforma. A futura versão do WordPress divide opiniões e promete inovar.

O Gutenberg vai trazer novidades, avanços na experiência do usuário e uma melhor defesa da plataforma.  Ele também promete ser um killer dos page builders atuais.

Ao mesmo tempo em que defende a plataforma de outros competidores, traz inovações e um significativo avanço na experiência de uso e nas tecnologias utilizadas. Ele também livra os usuários dos Page Builders.

Você já testou a nova versão?  De qual atualização você mais gostou? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe essa novidade com seus amigos!

Conhecendo melhor o CMS WordPress

Se você é um web developer antenado ou um curioso disposto a se aventurar no mundo web buscando os melhores serviços para alavancar seu site, com certeza ainda vai esbarrar no momento de escolha do seu CMS. Um CMS nada mais é do que um sistema de gerenciamento de conteúdo para seu site que é baseado numa plataforma de linguagem mais acessível, e que dispensa complexas programações.
Se o WordPress já apareceu em suas pesquisas, aproveite esse artigo para se aprofundar na plataforma com dicas valiosas sobre o CMS que te ajudarão a aproveitar o que ele oferece de melhor.

É um CMS gratuito!

Apesar de ser altamente popular e um dos recursos mais utilizados na rede por quem deseja dar o pontapé inicial na construção de um website – seja de forma amadora ou profissional –, o WordPress é um CMS inicialmente gratuito e “open source” (Código Aberto). Isso significa que, caso deseje, você pode alterar todo o sistema de acordo com o que mais se encaixar em suas necessidades.
*É importante reforçar que é possível que, em alguma etapa do processo, seja necessário agregar ao software algum elemento que possua custo, como um servidor ou plugin.

Possui interface simples e clean

Até para quem nunca se aventurou no mundo da programação, o WordPress se mostra amigável e facilmente compreensível. Desde a instalação até o momento de explorar a plataforma, o WordPress conta com interface clean e comandos bastante intuitivos. É totalmente possível que, após uma breve imersão no modus operandi do sistema, você já esteja dominando o processo básico e pronto para subir alguns degraus na escada do conhecimento avançado do CMS.

Se ligue nessas dicas valiosas sobre o CMS WordPress que te ajudarão a aproveitar o que ele oferece de melhor. Click To Tweet

Constantemente atualizado e com informações frequentemente alimentadas pela rede de usuários

Tão logo acessar o WordPress pela primeira vez (você pode fazer isso clicando aqui, você perceberá que a expressividade deste CMS no mercado realmente não está para brincadeira: 59% do mercado e 27,5% de toda a web operam segundo a plataforma.
Por esta razão, centenas de colaboradores e usuários fazem questão de contribuir e participar para garantir a otimização e usabilidade do sistema, seja por meio de updates oficiais ou fóruns na rede.
O fato é, meu amigo: sua dúvida sobre o WordPress jamais permanecerá sem respostas!

Temas, plug-ins e ferramentas de automação

A infinidade de temas, plug-ins e ferramentas gratuitas de automação disponíveis para teste e uso na plataforma WordPress sugerem uma experiência potencialmente rentável ao usuário, que encontrará um bom layout para dar em seu projeto o pontapé inicial. A facilidade em tornar layouts e projetos responsivos.

Até onde eu posso chegar com o WordPress?

O WordPress permite criar diversos projetos na rede, sejam eles simples ou mais complexos. Seu dinamismo e instintividade o levaram a se tornar um CMS popular entre os usuários que desejam criar sua própria experiência na rede, e suas funcionalidades múltiplas e seus plug-ins constantemente otimizados o tornaram elemento-chave também na rotina de programadores e desenvolvedores profissionais.

E aí, este artigo ajudou a entender melhor as funcionalidades e características do WordPress? Então compartilhe o material com quem também estiver interessado! Seus comentários e feedbacks são sempre bem-vindos!

A importância do SEO para aumentar o tráfego do seu site

Se você deseja ter sua página entre os primeiros resultados dos sites de busca, uma coisa é certa: você precisa investir em SEO para aumentar o tráfego do seu site.

Em bom português, o SEO (Search Engine Optimization), é uma otimização para mecanismos de buscas, que permite alcançar um bom ranqueamento orgânico, gerando maior tráfego, visibilidade e autoridade para sua página.

Isso é importante porque cerca de 90% dos 66 milhões de pessoas que usam internet no Brasil têm o hábito de pesquisar de forma recorrente sobre produtos, serviços e informações antes de tomar a decisão final de consumo. Ter seu site em uma das primeiras posições na página de busca é imprescindível para o sucesso do seu negócio.
E se você está se perguntando de que forma pode fazer isso, fique atento a algumas dicas:

Páginas: usando SEO para aumentar o tráfego

As buscas nesse tipo de site podem ser divididas em dois campos de maior importância: os resultados orgânicos e os pagos.

Tráfego orgânico:
É o tipo de ranqueamento que depende apenas das suas estratégias de SEO para um bom posicionamento da página. Ela é muito importante, pois, segundo dados, 90% das pessoas que fazem pesquisa no Google olham apenas os resultados da primeira página.
Essa estratégia é gratuita e seus bons resultados dependem da forma como o SEO é trabalhado, o que envolve:

  • Qualidade do conteúdo;
  • Tamanho do conteúdo;
  • Título interno;
  • SEO Title;
  • URLs amigáveis;
  • Heading Tags;
  • Uso da palavra-chave;
  • Tempo de permanência na página;
  • Otimização de imagens para SEO;
  • Tamanho da imagem;
  • Links externos e internos;
  • Design Responsivo;
  • Tempo de carregamento;
  • Meta Description;
  • Botões de Compartilhamento;
  • Link Building;
  • Autoridade;
  • Localidade;
  • Social.
Descubra A importância do SEO para aumentar o tráfego do seu site e conheça as diferentes formas de conseguir isso. Click To Tweet

Tráfego pago
Já os resultados obtidos através do ranqueamento pago em páginas de busca envolvem, além de uma boa estratégia de SEO orgânica, o uso de uma ferramenta chamada Google Adwords, que transforma a posição da sua página em anúncios do Google.
Os resultados pagos aparecem no topo da primeira página de busca e são diferenciadas das demais pelo texto “Ad” ou “anúncio”. Eles são escolhidos pelo sistema do Google de acordo com o nível de relevância e autoridade que apresentam, com foco total na qualidade e experiência do usuário.
O tráfego pago também pode ser feito, além do Google Adwords, através de anúncios no Youtube, Facebook Ads, Bing Ads, Taboola, Linkedin Ads, Mercado As, Uol Clicks, dentre outros. Isso significa que toda forma divulgação que utiliza dinheiro para atingir os usuários se encaixam no perfil de ranqueamento pago.

Outros tipos de tráfego para sua página

Tráfego de Referência
O tráfego de referência é aquele aonde as pessoas chegam até sua página através de algum tipo de indicação. Ela pode ser feita a partir da menção de um site que ele já conhece ou de uma pessoa que ele tem como referência.
Você pode obter esse tipo de tráfego através de parcerias com sites, blogs, canais do YouTube e link building. Para isso, é preciso que a página onde seu conteúdo seja citado tenha relevância e siga o mesmo ramo que seu negócio.
O tráfego de referência vindo de outras páginas também ajuda a melhorar o seu posicionamento nos buscadores, gerando um impacto positivo para sua página. Isso ocorre quando o Google identifica que você é uma fonte confiável e de relevância para o público.

Tráfego Social
O tráfego social é aquele aonde o internauta chega até sua página vindo das redes sociais, como Facebook, YouTube, Twitter ou qualquer outra plataforma desse segmento.
Esse também é um bom motivo para você manter suas páginas de redes sociais atualizadas e, caso ainda não tenha, faça a inserção no meio. Atualmente, o Facebook é a maior rede social do mundo, com 79% dos usuários de internet inseridos na plataforma, seguido pelo Instagram, com 32%.
Estar bem posicionado nas redes sociais é importante para espalhar seu conteúdo, posicionar sua marca e atrair mais clientes.

Tráfego Direto
O acesso à sua página através do tráfego direto ocorre quando o usuário já conhece de alguma forma o seu serviço. Nesse caso, a pessoa se conecta ao site sem nenhum tipo de busca ou interferência de conteúdo orgânico ou pago.
Normalmente isso ocorre quando sua marca já está consolidada no mercado ou se ela possui um nome de referência em algum setor. Para conseguir que sua marca atinja esse status é preciso investir em estratégias para tornar sua marca e produto conhecidos, como o branding, por exemplo.
Os tipos de usuários que acessam seu site através do tráfego direto são totalmente qualificados para conversão em vendas, uma vez que sua marca ou produto já é conhecido por ele.

Deu para perceber a importância do SEO para aumentar o tráfego e ranqueamento da sua página? Então compartilhe esse texto com seus amigos para que eles também fiquem sabendo!

Como escolher um bom plano de hospedagem para seu site em 4 passos

Se você está criando seu site ou pensando em criar, já pode ter aparecido aquela dúvida: qual melhor plano de hospedagem? Esse é um questionamento muito comum. Geralmente, as pessoas ficam nesse impasse, pois não sabem por onde começar. Mas este artigo vai te ajudar a nortear seus planos. Em apenas algumas etapas, você vai saber escolher o melhor plano de hospedagem para seu site.

Primeiramente, você deve saber que a empresa de hospedagem precisa oferecer a você um serviço de qualidade, além de um suporte disponível. Com isso, você terá a certeza que seu site não ficará indisponível no momento que mais precisa.

Sabendo disso, é importante escolher o melhor plano, pois cada um possui configurações específicas que podem mudar de uma empresa para outra. Confira agora como escolher o melhor plano de hospedagem em 4 passos para não ter complicações no futuro.

Escolha o melhor plano de hospedagem. Cada um possui configurações específicas e você deve saber disso para não ter complicações no futuro. Click To Tweet

Qual o tamanho do seu site?

Você sabe se seu site será pequeno ou grande, mas é bom saber, também, mais ou menos, quantas páginas ele terá. Caso ainda não saiba, pense nisso e na quantidade de vídeos, imagens e áudios publicados. Respondendo a essas perguntas, você poderá determinar o espaço em disco necessário para sua hospedagem.

De pequeno a médio – é a categoria que a maioria dos sites se encaixa. Se o seu site ou blog ocupa o espaço de até 100 GB, a hospedagem de sites atenderá às suas necessidades. Além disso, é a opção com investimentos acessíveis.

Sites grandes – os que possuem muito conteúdo multimídia e que ocupam espaço em disco superior a 100 GB. Por exemplo, portais de conteúdo. Neste caso, é indicado contratar um plano como um servidor VPS, dedicado ou cloud (armazenamento na nuvem).

Qual será o tráfego do seu site?

Ou seja, qual será o número de acessos nele? Avaliar isso é essencial devido a transferência oferecida pelos planos de hospedagem. Caso possua acessos moderados e uniformes, uma hospedagem compartilhada é indicada, pois será suficiente. Mas se possui muitos acessos, que podem consumir rapidamente os recursos do plano de hospedagem, a recomendação é contratar a hospedagem cloud ou um servidor dedicado.

Qual tipo de site vai criar?

Blogs – eles podem, geralmente, utilizar uma hospedagem compartilhada, caso tenham um tráfego uniforme. Dependerá somente se terá picos de tráfego (como quando um texto é publicado e o número de acessos aumenta). Se for alto esse número, opte pela hospedagem cloud ou de um servidor dedicado.

E-commerce – neste caso, a hospedagem deve oferecer o protocolo de segurança SSL, para garantir a segurança dos dados dos seus clientes, através da criptografia nas informações enviadas e recebidas.

O plano de hospedagem vai depender do tamanho da loja. Se for pequeno, uma hospedagem de sites compartilhada (que ofereça SSL, claro) atenderá às suas necessidades. Um e-commerce maior demanda um servidor dedicado ou cloud.

Site institucional
– Se o site é uma empresa pequena ou um site pessoal, a hospedagem compartilhada pode ser suficiente, pois não ocupa muito espaço em disco. Mas se o site tiver um pico de acesso repentino, ele pode sair do ar. Atente-se a isso!

Como avaliar o plano de hospedagem na hora de contratar?

Você deve responder aos questionamentos:
Qual o limite de tráfego do plano de hospedagem? Qual o espaço em disco oferecido pelo plano contratado? Quantas contas de e-mail serão necessárias (e o espaço para cada uma)? Qual plataforma é oferecida (Windows ou Linux)? O certificado SSL é gratuito?

Sempre leve em consideração o que a empresa está oferecendo. Se é um bom plano de hospedagem e suas garantias.

Estas dicas te ajudaram a escolher o melhor plano de hospedagem? Tem mais dúvidas? Entre em contato agora e saiba mais.

7 tipos de e-commerce mais comuns no Brasil

O comércio eletrônico já é uma realidade muito comum no Brasil, mas muitos não sabem que existem diversas modalidades. De maneira geral, quando se pensa em um e-commerce, o que vem à mente é uma transição comercial online entre fornecedor e cliente. Embora essa não seja a única explicação, não está errado. O comércio eletrônico é definido como o processo de compra e venda de produtos e serviços pela internet, com o propósito de realizar negócios entre organizações e pessoas.

Muitas empresas estão inaugurando sua loja virtual e o consumidor só tem a ganhar com isso. Com o grande avanço, as lojas físicas que não expandem seus negócios para o mundo virtual, acabam perdendo para quem já tem presença registrada.

O que é e-commerce?

O e-commerce ou eletronic commerce significa comércio eletrônico. É uma modalidade de comércio que realiza suas transações financeiras através de dispositivos e plataformas eletrônicas, como computadores e notebooks e smartphones.

Quando este mercado começou, era vendido através dele bens tangíveis como livros e CDs, basicamente. Atualmente, o e-commerce é utilizado para comercializar desde produtos muito caros como carros de luxo, casas e iates, até produtos mais simples, que antes muitos preferiam comprar somente em lojas, como calçados, roupas, perfumes e alimentos.

Os seguimentos do e-commerce são muitos. Eles podem ser classificados em 7 tipos, todos com características diferentes.

Conheça os 7 tipos de e-commerce mais comuns no Brasil e saiba qual é o modelo que mais se enquadra ao seu negócio. Click To Tweet

Conheça os 7 tipos de e-commerce

1 – Business-to-consumer (B2C)

Traduzindo, o termo significa “negócio-ao-consumidor”. Neste tipo de transação, a relação ocorre entra uma organização/empresa e o consumidor final. É o ramo mais comum de se ver, e a maioria das lojas virtuais e sites de compra coletiva se enquadra neste perfil. Resumindo, são as empresas online que vendem serviços e produtos para o cliente. Alguns exemplos: Submarino, Netshoes, Extra, Livraria Cultura, Ricardo Eletro e Groupon.

2 – Business-to-business (B2B)

A sigla significa “negócio-ao-negócio” e consiste na relação de negócios entre empresas. Neste caso, não existe a interação com cliente como pessoa física, pois a negociação é feita, normalmente entre fabricantes e lojas. Ou seja, a empresa comercializa algum produto para outra empresa ou recebe o produto de algum fornecedor.

3 – Consumer-to-consumer (C2C)

Neste tipo “consumidor-ao-consumidor” se enquadram as transações eletrônicas de bens ou serviços realizados entre consumidores. Geralmente, as transações são realizadas através de um intermediador, que fornece a plataforma online para que sejam feitas. Alguns exemplos: eBay, Mercado Livre, Bom Negócio e OLX.

4 – Consumer-to-business (C2B)

Significa “consumidor-ao-negócio”. Acontece quando um consumidor cria determinado valor, e a empresa/organização o adquire. Um exemplo é quando alguém escreve uma avaliação online sobre um produto e a empresa toma essa avaliação para si. Este tipo também é comum em projetos em que pessoas tornam seus serviços ou produtos disponíveis para organizações que procuram o que elas têm a oferecer (comumente usado por freelancer).

5. Business-to-administration (B2A)

São as transações realizadas entre empresas e administração pública. É uma área que envolve grande quantidade e variedade de serviços. Como exemplo, podemos citar serviços fiscais e de empregos, segurança social, registros e documentos legais.

6. Business-to-employee – (B2E)

É o modelo no qual as empresas criam plataformas de e-commerce, normalmente no formato intranet, para vender produtos e serviços para seus colaboradores. É mais um canal de vendas da empresa e a chance de os funcionários comprarem produtos com preços diferenciados.

7. Consumer-to-edministration (C2A)

São as transações eletrônicas realizadas entre indivíduos e administração pública. Por exemplo, na área da educação, pode ser aplicada divulgando informações, ensino a distância; na área de saúde, divulgando consultas, informações sobre doenças, pagamento de serviços de saúde; e na área de impostos, apresentando declarações fiscais e pagamentos.

Gerenciando seu e-commerce

A sua empresa já possui uma loja virtual? Em qual desses modelos ela se enquadra? Agora que você já conhece os principais tipos de e-commerce e suas características, já pode escolher e elaborar seu do plano de negócios.
Quer um projeto de e-commerce profissional? Conheça os benefícios de ter um e-commerce criado por mim:

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