PWA é o novo desafio para a formatação baseada em SEO

Responda você mesmo: como você acessa a internet com mais frequência? Através de um computador ou smartphone? Estudos sobre comportamento mostram que os desktops não são mais os preferidos dos internautas, e esta mudança tem feito uma verdadeira revolução no mercado. Afinal, os desenvolvedores web apostam, cada vez mais, em sites que sejam feitos para os dispositivos móveis, e não apenas adaptados para atingir este público. Uma das inovações mais recentes do mercado está no Progressive Web Apps (PWA).
De uma forma bem simples, o PWA permite uma experiência de aplicativo em ambiente web. Com isso, o usuário terá todos os facilitadores disponíveis, como notificações e conteúdo personalizado, através do acesso de um site. É como se a página fosse o próprio aplicativo.

Confira algumas funcionalidades do PWA

  • Notificações
  • Ícone para acesso direto a partir da home do smartphone
  • Coleta de informações sobre comportamento do usuário em segundo plano
  • Funcionamento em modo off-line
  • Acesso à câmera, galeria, GPS e contatos

Entre as vantagens do PWA, os desenvolvedores destacam o baixo consumo de dados e a possibilidade de ter interatividade com determinado serviço sem ocupar espaço na memória interna do dispositivo.

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PWA exige mais

A inovação, no entanto, trouxe novos desafios para o mercado. Isso porque os desenvolvedores web agora precisam ter preocupação dupla na hora de formatar o site. Ou seja, ele deve se ater tanto com a experiência do usuário como também com o engajamento que a página deve continuar tendo para aparecer nas primeiras posições das pesquisas do Google.

O bom posicionamento nos resultados da pesquisa é o resultado de um trabalho intenso em SEO. Para quem não sabe, trata-se da sigla para Searh Enginer Otimizator, que é a otimização do conteúdo para a visualização adequada do robô do Google.

A indexação do site pelo robô, em uma página web, exige uma série de formatações em concordância com algumas regras estabelecidas pelo buscador. No caso do PWA, esta lógica deve se manter, mas com a adoção de algumas variáveis.

Isso acontece porque, embora o conteúdo apareça em um navegador, o PWA é uma experiência distinta de um site tradicional.

O Google não enxerga o PWA como um aplicativo mobile, e sim como uma programação em JavaScript. Para a melhor experiência do robô na hora de indexar o conteúdo, os seguintes cuidados devem ser adotados:

  • O Googlebot deve ter acesso a todo o conteúdo
  • Não utilize o símbolo “#” na estruturação das URL
  • Não bloqueie recursos no robots.txt
  • Evite muitos conteúdos incorporados à página PWA, principalmente os arquivos JavaScript

Descobrindo o PWA

O PWA é uma tecnologia relativamente nova, e ainda em processo de amadurecimento. Hoje ainda é considerada uma aposta que, porém, pode se tornar padrão em pouco tempo.

Entre os entusiastas do uso do PWA, é unanimidade a defesa de facilitações para o usuário e melhor performance. No caso dos aplicativos, o download exige disponibilidade de rede de dados e espaço no dispositivo. Sites adaptados para funcionar como aplicativos cumprem todas estas funções, mas sem os ônus já mencionados.

Além disso, o acesso frequente à página web é uma garantia de manutenção da marca, produto ou serviço no buscador do Google. Isso, claro, se o SEO não for negligenciado.

Ficou em dúvida? Deixe seu comentário abaixo e vamos compartilhar experiências sobre PWA e SEO.

Elasticsearch: buscas avançadas sem mistério

Nos últimos tempos, uma nova referência em search engine vem surgindo dentre o mundo dos desenvolvedores: o Elasticsearch.  A partir de então, conceituar e compreender do que se trata essa tecnologia que promete um sistema de buscas descomplicado virou meta para todos.

Neste artigo, tentarei trazer, sem mistério, alguns tópicos importantes sobre o mecanismo e de que forma ele pode impactar positivamente em sua rotina.

O que é Elasticsearch?

Assim como alguns dos conceitos do mundo web, o Elasticsearch possui uma série de diferentes atribuições. Em consequência disso, é possível que você encontre pela rede diferentes descrições para ele. Vamos nos ater, no entanto, àquela que engloba de forma simples e concisa as reais funcionalidades do projeto.

  • É um sistema de busca de código aberto (cujo código-fonte pode ser moldado de acordo com a finalidade do usuário);
  • Foi desenvolvido sob a base do Lucene, um software de busca e database escrito na linguagem Java. Pode-se dizer que o Elasticsearch é uma evolução do Lucene, já que simplifica e torna menos complexa a estrutura de sua interdace-base.
  • Possui, além do mecanismo de busca, a funcionalidade de pesquisas full text (pesquisa otimizada que oferece resultados mais precisos), além de análises de dados precisas e fornecidas em tempo real.
Já pensou em otimizar seu sistema de buscas tornando-o mais eficiente? Conheça uma alternativa que já faz parte da vida de muitas corporações: Click To Tweet

Como funciona?

O ElasticSearch disponibiliza seus dados (que são armazenados em forma de documentos, que são armazenados em conjuntos correlacionados) em JSON, um formato compacto para a transação de dados e que interage com os principais bancos de dados existentes.

O serviço armazena seus dados de forma não-relacional, ou seja, com estruturas flexíveis, com alta escalabilidade, disponibilidade e baixo custo operacional. Como consequência, ele permite a retomada de buscas pesadas, com análise de grandes volumes de informação em tempo curto.

Para otimizar as buscas, existe também o Índice Invertido, técnica usada pelo Elasticsearch para permitir que os usuários encontrem seus resultados com rapidez e eficácia.

Quais as vantagens do Elasticsearch?

  • Possui um sistema de instalação e execução fácil, com tutoriais disponíveis no próprio site;
  • Por ser desenvolvido em Java, é compatível com um grande número de plataformas;
  • Seu tempo de resposta é bastante alto, o que faz com que um documento adicionado seja incorporado às buscas segundos após sua inserção no sistema;
  • Permite explorar dados em uma velocidade e escala muito superiores às anteriormente disponibilizadas;
  • Pode ser usado por grandes corporações e também pequenas, como start-ups ou por desenvolvedores;
  • Possui recursos adicionais como geolocalização, analytics e outros.

Quem usa?

Por conta de suas potencialidades e facilidade de operação, o Elasticsearch se tornou aliado der grandes companhias, como a Wikipedia, Ifood, The Guardian, Vagas.com, Netflix, Linkedin, entre muitos outros!

O que achou deste inovador mecanismo? Conte aqui nos comentários ou entre em contato para conversarmos sobre estas e outras potencialidades cabíveis a seu projeto!

O que é CDN – Content Delivery Network?

Quando acessamos algum site, o conteúdo dele é baixado, mesmo que temporariamente para o computador. Isso já sabemos, mas de que forma acontece? É que vamos entender neste artigo sobre CDN.

Para que o conteúdo seja baixado, os desenvolvedores da página hospedam o material em algum lugar, no qual as informações são enviadas para a sua máquina, permitindo o bom funcionamento. Só que o conteúdo não está armazenado em um único lugar. Existe um tipo de teia de dispositivos que trabalha reunida para regionalizar o armazenamento dos dados, e isso facilita o acesso a eles, através de computadores de várias partes do mundo.

Agora, tudo vai fazer sentido, pois é aí que entra uma CDN – sigla em inglês para Content Delivery Network. A Rede de Distribuição de Conteúdo permite fornecer as informações na web de maneira mais rápida a um grande número de usuários, distribuindo-as por múltiplos servidores, através da duplicação e do direcionamento do conteúdo ao utilizador com base na proximidade do servidor.

Várias empresas a nível mundial oferecem esse serviço para que grandes sites, acessados de diferentes locais, tenham agilidade na entrega do produto.

Saiba o que é uma CDN, uma Rede de Distribuição de Conteúdo. Ela permite fornecer conteúdo web de maneira mais rápida a um grande número de usuários. Click To Tweet

E o que faz a CDN?

Com a ideia do tamanho da internet hoje em dia, sabemos que é inviável distribuir os conteúdos para bilhões de dispositivos de lugares fixos. Vamos exemplificar: o Google e o Facebook trabalham com bilhões de acessos a todo instante, não é? Isso seria capaz de derrubar qualquer servidor se ele trabalhasse sozinho.

Portanto, para oferecer conteúdo com agilidade e estabilidade necessária, existem as CDNs, que são as redes não centralizadas em um único servidor. Elas hospedam um conteúdo em servidores espalhados em várias partes, e isso permite sua distribuição, independente de onde o acesso é feito.

Explicando ainda mais, isso mostra que quem acessa a rede do Brasil, por exemplo, recebe imagens, textos e códigos que um site oferece de um servidor próximo daqui. Já quem faz o mesmo no Canadá tem o conteúdo fornecido por servidores próximos de lá, aprimorando todo o processo e melhorando a experiência dos usuários.

Benefícios de uma CDN

Você já pensou utilizar uma CDN para seu site ou e-commerce? Atualmente, calcula-se que mais da metade do tráfego mundial passa por CDNs e a Akamai, a maior delas, trafega 30% de todos os dados do mundo. Todos os grandes sites utilizam CDNs, mas, agora, a tecnologia está acessível às médias e pequenas empresas.

Conheça alguns benefícios de uma CDN e como ela pode te ajudar a melhorar a competitividade do seu site.

Melhor desempenho e menor atraso

A CDN é uma maneira simples e fácil de aumentar a velocidade de carregamento dos websites e reduzir a latência, ou seja, o atraso.

Melhor SEO

Seu site terá melhor posicionamento de SEO, pois a velocidade da página é um fator muito importante no posicionamento dela nos resultados da busca orgânica. Além disso, a taxa de rejeição será menor porque a navegação é mais rápida, melhorando seu posicionamento.

Defesa contra DDoS

A CDN pode fornecer mais segurança. Isso porque todo o tráfego do site passa pela rede da CDN, e é nos servidores de borda dela que serão mitigados ataques DDoS. Enquanto isso, os usuários e o site e não perceberão que houve um ataque.

Ficou alguma dúvida? Deixe seu comentário abaixo.

PWA: descubra as vantagens de utilizar essa nova tecnologia em suas plataformas digitais

Você já deve ter ouvido falar por aí sobre o PWA, a mais nova forma de navegar na internet que está deixando os desenvolvedores animados. Mas você sabe o que é?  O PWA nada mais é do que aplicações e funcionalidades usadas em apps adaptadas para os navegadores da web.

O Progressive Web Apps, como é chamado, está ligado à experiência do usuário, facilitando seu acesso e melhorando a navegação na web. Ele está ligado à tecnologia avançada dos navegadores modernos, como Push API, Cache, Web Worker e Service Worker. Essas tecnologias possibilitam que o usuário tenha uma experiência parecida com os aplicativos mobiles diretamente de seu browser.

Além disso, à medida que o usuário acessa a página com PWA, o navegador vai se tornando cada vez mais disponível off-line, possibilitando que o usuário acesse as informações da página mesmo quando não há conexão. Isso porque as informações ficam armazenadas no cache.

A experiência vai se assemelhar tanto com os apps baixados nas stores, que será até possível fixar o aplicativo na home screen do computador/celular, deixando a experiência igualmente parecida com a de um app nativo, mas com suas vantagens.

Cerca de 60% dos aplicativos disponíveis nas stores nunca foram baixados! Descubra porque o PWA tem grandes chances de ser o futuro na negação na web Click To Tweet

Principais vantagens do PWA

Uma das principais vantagens para quem está implementando o Progressive Web Apps é, sem dúvida, a economia. Os gastos com aplicativos nativos são altos, visto que você precisa desenvolver o app para ambas as plataformas, iOS e Android.  Já com o PWA, você só precisa desenvolver um app, que vai rodar normalmente em ambos os sistemas.

Além disso, o PWA também é:

  • Progressivo: funciona em qualquer browser;
  • Responsivo: feito para qualquer dispositivo, tanto desktop quanto mobile;
  • Conexão: funciona off-line graças ao Service Worker;
  • Familiaridade: o usuário se sente em um app nativo;
  • Atualização: o PWA não precisa se atualizado. O Browser detectará fazer a atualização automaticamente;
  • Segurança: funciona somente em URLS seguras (https);
  • Engajável: através de push notifications, o usuário pode ser constantemente engajado.
  • Rápido acesso: é possível adicionar um ícone na tela principal do smartphone.

Como usar o PWA?

Criado em 2015 pelo Google, o PWA tem ganhado bastante adeptos por ser muito fácil de implementar. Diferentemente do que acontece com os aplicativos nativos, o WPA não precisa ser baixado para ser utilizado. Assim que o usuário o encontrar o que deseja, já poderá começar a usar.

Quando o usuário usar novamente o PWA ele poderá optar por instalar um ícone em sua tela inicial, deixando o app pronto para ser usado a qualquer momento, oferecendo uma experiência igual a que temos com os apps nativos.

O fato de não precisar seguir uma série de passos para utilizá-los, tornam os PWAs muito vantajosos. Além disso, eles também aumentam a retenção dos usuários, porque possibilitam uma experiência contínua.

Estudos apontam que 60% de todos os aplicativos disponíveis nas stores nunca foram baixados.  Nos EUA, o número de downloads de aplicativos diminui 20% a cada ano. As únicas empresas que ainda obtém sucesso com os apps nativos são o Snapchat, Uber e Airbnb.

Cases de sucesso

A empresa Flipkart, o maior e-commerce da Índia, possui um dos cases mais famosos envolvendo o PWA. A experiência na construção do Flipkart Lite, versão PWA do app, resultou em um aumento de 70% nas conversões.

Confira outros números interessantes sobre a empresa:

  • O tempo de permanência dos usuários no site aumentou três vezes;
  • O engajamento está 40% maior;
  • O consumo de dados diminuiu quase três vezes.

Empresas internacionais como Alibaba, The Washington Post e Housing.com também são algumas das empresas que estão colhendo os frutos da implementação do PWA em suas plataformas. Em 2016, ambas registraram um aumento nas taxas de engajamento após utilizar o Progressive Web App em seus sites mobile.  As empresas possuem um objetivo em comum: permitir que o usuário tenha uma experiência rápida e com um menor consumo de dados.

Você já testou algum site com PWA? Já ouviu falar sobre essa novidade? Conta pra min nos comentários!