PWA: descubra as vantagens de utilizar essa nova tecnologia em suas plataformas digitais

Você já deve ter ouvido falar por aí sobre o PWA, a mais nova forma de navegar na internet que está deixando os desenvolvedores animados. Mas você sabe o que é?  O PWA nada mais é do que aplicações e funcionalidades usadas em apps adaptadas para os navegadores da web.

O Progressive Web Apps, como é chamado, está ligado à experiência do usuário, facilitando seu acesso e melhorando a navegação na web. Ele está ligado à tecnologia avançada dos navegadores modernos, como Push API, Cache, Web Worker e Service Worker. Essas tecnologias possibilitam que o usuário tenha uma experiência parecida com os aplicativos mobiles diretamente de seu browser.

Além disso, à medida que o usuário acessa a página com PWA, o navegador vai se tornando cada vez mais disponível off-line, possibilitando que o usuário acesse as informações da página mesmo quando não há conexão. Isso porque as informações ficam armazenadas no cache.

A experiência vai se assemelhar tanto com os apps baixados nas stores, que será até possível fixar o aplicativo na home screen do computador/celular, deixando a experiência igualmente parecida com a de um app nativo, mas com suas vantagens.

Cerca de 60% dos aplicativos disponíveis nas stores nunca foram baixados! Descubra porque o PWA tem grandes chances de ser o futuro na negação na web Click To Tweet

Principais vantagens do PWA

Uma das principais vantagens para quem está implementando o Progressive Web Apps é, sem dúvida, a economia. Os gastos com aplicativos nativos são altos, visto que você precisa desenvolver o app para ambas as plataformas, iOS e Android.  Já com o PWA, você só precisa desenvolver um app, que vai rodar normalmente em ambos os sistemas.

Além disso, o PWA também é:

  • Progressivo: funciona em qualquer browser;
  • Responsivo: feito para qualquer dispositivo, tanto desktop quanto mobile;
  • Conexão: funciona off-line graças ao Service Worker;
  • Familiaridade: o usuário se sente em um app nativo;
  • Atualização: o PWA não precisa se atualizado. O Browser detectará fazer a atualização automaticamente;
  • Segurança: funciona somente em URLS seguras (https);
  • Engajável: através de push notifications, o usuário pode ser constantemente engajado.
  • Rápido acesso: é possível adicionar um ícone na tela principal do smartphone.

Como usar o PWA?

Criado em 2015 pelo Google, o PWA tem ganhado bastante adeptos por ser muito fácil de implementar. Diferentemente do que acontece com os aplicativos nativos, o WPA não precisa ser baixado para ser utilizado. Assim que o usuário o encontrar o que deseja, já poderá começar a usar.

Quando o usuário usar novamente o PWA ele poderá optar por instalar um ícone em sua tela inicial, deixando o app pronto para ser usado a qualquer momento, oferecendo uma experiência igual a que temos com os apps nativos.

O fato de não precisar seguir uma série de passos para utilizá-los, tornam os PWAs muito vantajosos. Além disso, eles também aumentam a retenção dos usuários, porque possibilitam uma experiência contínua.

Estudos apontam que 60% de todos os aplicativos disponíveis nas stores nunca foram baixados.  Nos EUA, o número de downloads de aplicativos diminui 20% a cada ano. As únicas empresas que ainda obtém sucesso com os apps nativos são o Snapchat, Uber e Airbnb.

Cases de sucesso

A empresa Flipkart, o maior e-commerce da Índia, possui um dos cases mais famosos envolvendo o PWA. A experiência na construção do Flipkart Lite, versão PWA do app, resultou em um aumento de 70% nas conversões.

Confira outros números interessantes sobre a empresa:

  • O tempo de permanência dos usuários no site aumentou três vezes;
  • O engajamento está 40% maior;
  • O consumo de dados diminuiu quase três vezes.

Empresas internacionais como Alibaba, The Washington Post e Housing.com também são algumas das empresas que estão colhendo os frutos da implementação do PWA em suas plataformas. Em 2016, ambas registraram um aumento nas taxas de engajamento após utilizar o Progressive Web App em seus sites mobile.  As empresas possuem um objetivo em comum: permitir que o usuário tenha uma experiência rápida e com um menor consumo de dados.

Você já testou algum site com PWA? Já ouviu falar sobre essa novidade? Conta pra min nos comentários!

Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos

Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos conheça as diferenças e benefícios de cada um

No mundo de aplicativos mobile, existem três tipos: os Aplicativos Mobile WebView, Nativos e Híbridos. No momento de escolher o melhor app, é comum surgir dúvidas, mas, neste artigo, você entenderá as especificações de cada um, bem como os benefícios e diferenças.

Aplicativos Nativos

Os aplicativos nativos são instalados e armazenados no dispositivo smartphone/tablet e podem ser acessados através de ícones na tela principal do aparelho. Eles são baixados pelo aplicativo de loja da plataforma específica compatível, como Google Play (Android) e App Store (iOS). Como são feitos especificamente para a plataforma, podem usar as funcionalidades do sistema operacional do smartphone, como câmera, GPS e lista de contatos.

Os aplicativos nativos têm a vantagem de funcionar sem conexão com a internet, caso o conteúdo esteja embarcado. Ele também otimiza o código por trabalhar com as bibliotecas do sistema operacional do dispositivo. O modelo requer desenvolvedores com conhecimento mais específico e pode ter um investimento alto.

Aplicativos Híbridos

Assim como os aplicativos nativos, os híbridos podem ser baixados através de um aplicativo de loja, ficam armazenados na tela principal do smartphone/tablete e aproveitam as funcionalidades do dispositivo. Este tipo é popular, pois permite desenvolvimento multiplataforma, através da utilização do mesmo HTML para diferentes sistemas operacionais.

Eles são desenvolvidos com linguagens e tecnologias de web apps e usam wrappers ou frameworks para serem convertidos em um aplicativo instalável no dispositivo. Como web apps, podem ser baseados em HTML5 e exibidos através de um navegador no aplicativo, assim, o conteúdo é carregado da web.

Tem a vantagem de exigir apenas conhecimento de desenvolvimento web, permitindo um investimento menor, pois tem pouco custo de desenvolvimento.

Mobile Web View

Os Web apps não são, na prática, aplicativos, são páginas na internet acessadas através de um navegador. São sites que parecem com um aplicativo nativo. As pessoas podem acessá-lo com a URL e têm a opção de instalar na tela principal do dispositivo, criando um atalho para aquela página.

Tem a vantagem de não necessitar da burocracia de ser aprovado para entrar nas app stores e pode ser atualizado com mais facilidade. O investimento de desenvolvimento é menor e a dependência de distribuição é reduzida.

Escolha o app que mais combina com seu negócio. Saiba quais são os benefícios dos aplicativos Mobile WebView, Nativo e Híbrido. Click To Tweet

Qual escolher?

Depois das explicações, confira algumas características que podem te ajudar a escolher o aplicativo, baseado nas vantagens:

  • Velocidade: O nativo é mais rápido, pois tem acesso direto ao sistema operacional e é programado especificamente na linguagem nativa do dispositivo.
  • Investimento/custo de desenvolvimento: web apps e aplicativos híbridos são mais baratos. O nativo requer conhecimentos de uma linguagem específica.
  • Manutenção: Os tipos web apps e híbridos podem ser atualizados com frequência, como uma página na internet. Já a manutenção dos nativos pode ser mais complicada.
  • Restrição de conteúdo e aprovação: O modelo web é facilmente acessível para publicação. O nativo ou híbrido devem ser enviados à loja do app que tem seus próprios termos de uso ao qual o aplicativo será submetido.

 

Desenvolvimento de apps não é tão simples quanto se imagina. Se você quer descobrir mais sobre o desenvolvimento de aplicativos que promovam a interação com o público, aumentem as vendas, entre outros benefícios, saiba mais aqui.

Entenda a diferença entre UI Desing e UX Design

UI Desing e UX Design o avanço na tecnologia dos produtos e sistemas, assim como a constante busca por novidades na comunidade de designers faz com que os fabricantes busquem formas inovadoras de agradar o público. Por exemplo, um site deve ser rápido e prático, além de ter uma aparência organizada e agradável. E é aí que entra o papel do UI Design (User Interface Design) e UX Design (User Experience Design).

Neste artigo você vai conhecer a importância e a diferença entre essas duas nomenclaturas. Por mais que os nomes sejam parecidos, eles possuem abordagens diferentes. Resumindo, o UI é o desenho, interface do site, com diversos elementos, e o UX é a parte de interação e experiência do usuário. Mas vamos entender melhor.

O que é UI Design?

O User Interface – ou interface do usuário – é o responsável pela parte visual de um projeto, onde o usuário pode navegar e perceber todos os detalhes do trabalho, interagindo com o aplicativo, rede social, programa ou site. É tudo que é perceptível visualmente, levando a pessoa a ter uma interação. Pode ser através de um menu, botão ou algum som. Trabalha com os detalhes, cores, ou seja, todas as partes visuais de um site.

Mas o UI vai muito além de botões e cores. É de responsabilidade dele criar layouts, com imagens, textos e chamadas para ação. Um bom projeto antecipa as necessidades do usuário, garantindo elementos de fácil utilização e acesso. Não basta apenas ter uma interface bonita, ela precisa garantir usabilidade, ser user-friendly, ou seja, ter uma experiência amigável.

Confira boas práticas que auxiliam nesse processo de criação de um projeto de UI:

  • Seja objetivo;
  • Deixe claro o que pode ser selecionado ou clicado;
  • Utilize mais contraste do que similaridade;
  • Não esconda as informações. Elas devem ser claras e explícitas;
  • Utilize menos campos de preenchimento nos formulários;
  • Agrupe informações parecidas ao invés de separá-las;
  • Recomende uma ação característica ao invés de mostrar muitas com o mesmo intuito;
  • Deixe o caminho mais fácil para o usuário desfazer alguma interação. Assim, você evita a saída do site ou app.
Conheça a diferença entre UI Desing e UX Design. Por mais que os nomes sejam parecidos, eles possuem abordagens diferentes. Click To Tweet

O que é UX Desing?

O User Experience Design está ligado às sensações e ao sentimento, portanto, deve oferecer a melhor experiência possível ao usuário. O UX Desing estuda as necessidades reais para elaboração de um bom projeto. Ele cria e sincroniza os elementos que vão afetar a experiência com o produto. Este produto pode ser um site, app, dispositivo móvel, máquina ou outras plataformas de interação.

Como o UX pode influenciar as percepções e comportamentos, ele deve pensar exclusivamente na relação de um produto com a pessoa, tornando a mais simples e natural.

Mas sabemos que cada pessoa tem uma experiência e interação diferente diante de determinado produto ou serviço. Para isso, o UX deve trabalhar sempre para impactar positivamente o maior número de pessoas possíveis. E isso é feito através de pesquisas e testes.

Na prática

Para entender melhor a aplicação, vamos pensar em um e-commerce que vende canecas. O UI Desing desenvolverá as telas do site de modo que os elementos gráficos ajudem a navegação do usuário.

O UX garantirá a experiência, abrangendo todos os pontos de contato com o e-commerce. Desde o modo que o levou até o site, até a embalagem da caneca, ou seja, o produto em si, o atendimento e as interações nas redes sociais da marca.

Concluindo

O UI Design faz parte dos elementos que compõem o UX Design. O UI é a interação entre a interface e o usuário e o UX trabalha o emocional do usuário, a experiência com o sistema.

Ficou claro? Se tiver alguma dúvida, comente abaixo.

WordPress editor 4.8: o mais novo lançamento da plataforma

O WordPress é uma das principais plataformas para quem deseja iniciar uma página na internet. A marca iniciou suas atividades como uma plataforma apenas para blogs, mas, hoje, funciona como um dos melhores CMS do mundo. Recentemente, foi lançada sua mais nova versão, o WordPress Editor 4.8.

9 motivos que tornam o wordpress o melhor

  1. Open Source: O WordPress é uma plataforma gratuita que pode ser utilizada para diversas finalidades, sem custos com licenças ou propriedades.
  2. SEO: A plataforma já vem otimizada com motores de busca, como o Google, o que ajuda na melhor colocação orgânica. O WordPress também oferece grande variedade de plug-ins.
  3. Design responsivo: O WordPress disponibiliza um design responsivo para todos os dispositivos mobile e desktop.
  4. Acessibilidade: A plataforma apresenta um CMS acessível para portadores de necessidades especiais.
  5. Gestão de conteúdo e facilidade de uso: Possui interface simples e gestão de conteúdo compreensível para leigos. Todo o conteúdo do site, como itens de menu e páginas, podem ser gerenciados sem a necessidade de um programador.
  6. Atualizações: Possui evoluções contínuas para garantir a segurança e sempre implementa novos recursos tecnológicos.
  7. Plugins e temas: A plataforma sempre disponibiliza novas extensões e recursos através de plug-ins. Ou seja, o WordPress apresenta novas funcionalidades todos os dias.
  8. Multifacetado: O WordPress possibilita a criação tanto de sites quanto blogs e oferece a mesma qualidade para ambos.
  9. Gestão de usuários: É possível ter vários usuários administrativos, o que facilita o processo de gestão de conteúdo.

WordPress editor 4.8

O WordPress lançou no dia 8 de junho de 2017 a mais nova atualização de seu editor, o WordPress Editor 4.8. Junto com essa novidade, foram aprimorados alguns pontos de acessibilidade e criadas novas possibilidades de hooks e APIs.

A mais recente versão também trouxe consigo novos widgets para melhorar a experiência de gestão dos usuários.  Confira as novidades:

  • Widget para imagem, vídeo e áudio: Agora, a plataforma faz uso e interage com a REST API. Possui uma base sólida que suporta novas adições de componentes no futuro, além possibilitar integrações mais dinâmicas do usuário.
  • Widget de texto: Essa função ganhou a adição do TinyMCE, tornando-se um editor de formatação de textos. Entretanto, as formatações ainda são limitadas, oferecendo itálico, negrito, links e lista ordenada ou não ordenada.
  • Widget “novidades e eventos do WordPress”: Para os usuários logados no painel, a nova função exibe eventos da comunidade do WordPress próximos à sua localização.
Conheça o WordPress editor 4.8: o mais novo lançamento da plataforma que promete melhorar a experiência do usuário. Click To Tweet

Principais melhorias da versão 4.8

EM suma, são três os principais benefícios que a nova versão do WordPress Editor oferece ao usuário.

  • Suporte aos navegadores de internet;
  • Melhorias no “link boundaries”;
  • Estruturação para a chegada do Gutenberg.

Evolução constante

Já no próximo ano está marcado o lançamento do novo editor do WordPress, o Gutenberg. Ele está sendo desenvolvido e promete revolucionar o ecossistema da plataforma. A futura versão do WordPress divide opiniões e promete inovar.

O Gutenberg vai trazer novidades, avanços na experiência do usuário e uma melhor defesa da plataforma.  Ele também promete ser um killer dos page builders atuais.

Ao mesmo tempo em que defende a plataforma de outros competidores, traz inovações e um significativo avanço na experiência de uso e nas tecnologias utilizadas. Ele também livra os usuários dos Page Builders.

Você já testou a nova versão?  De qual atualização você mais gostou? Deixe sua opinião nos comentários e compartilhe essa novidade com seus amigos!

O que é Front-end e Back-end?

Front-end e Back-end é uma divisão que os desenvolvedores de sites e aplicativos fazem para dividir o seu trabalho e de maneira simples o que dizer:
Front-end é aquilo que você vê e com o que você interage, ou seja, é a interface gráfica.
Back-end é o contrarregra por trás dessa interface, tudo aquilo que trabalha do lado do servidor.

O que faz um desenvolvedor de Front-end:

O desenvolvedor Front-end em tradução literal: o “lado da frente” é responsável pela programação da parte frontal da aplicação web. O determinante para este profissional é dominar conceitos e tendências do design para web, conceitos de identidade visual, entendimento de padrões de cores, usabilidade, ferramentas de edição visual e, em alguns projetos, edição de vídeo e criação de animações.

Elementos como títulos, textos, fontes, imagens, vídeos fazem parte do Front-end. Cores, estilos, efeitos e pequenas animações – utilizando regras de linguagem, marcação e programação* – são adicionados também ao Front-end que também inclui o comportamento da página, slides e popups.

As páginas criadas pelo Front-end são estáticas e podem funcionar em qualquer computador utilizando o navegador, pois elas não requerem banco de dados, processamentos de informações de dados, não envia dados de formulários ao banco ou servidor de email, não registra nenhuma informação no servidor.

Basicamente o Front-end desenvolve a página interativa entre o usuário e a interface e coleta as informações a serem passadas para o Back-end via formulários, Ajax e outros meios.

O mercado para desenvolvedores Front-end tem crescido de maneira exponencial, por isso conhecer apenas HTML, CSS e JavaScript não é mais suficiente. É preciso uma atualização constante, pesquisas e trabalho constante de aprimoramento.

* HTML não é linguagem de programação, é linguagem de marcação usada para arquitetar o site. CSS é linguagem de estilo, responsável por estilizar o site, com cores, alguns efeitos, formatar alguns elementos HTML. JavaScript (que é diferente de Java) é linguagem de script, com ela podemos criar efeitos, gráficos, manipular o HTML, colocar relógio, contadores, popups, validação dentre outras possibilidades. O Front-end também usa as linguagens XHTML, HTML5, CSS3, jQuery, AngularJS dentre outras.

Esse profissional utiliza os layouts em PSD (arquivos de Photoshop) criados pelo Designer ou Webdesigner e os transforma em uma página com HTML, CSS e JavaScript. Elementos como títulos, textos, fontes, imagens, vídeos são adicionados com o HTML; cores, estilos, efeitos e pequenas animações são adicionados por regras de CSS; o comportamento da página, slides, popups, validações e entre outras regras comportamentais são adicionadas via JavaScript.

O que é Front-end e quais suas responsabilidades? Click To Tweet

O que faz um desenvolvedor de Back-end:

Se antes o termo “Front-end” representava o “lado da frente”, o Back-end é “lado de trás”, ou seja, a programação pesada por trás de um site ou aplicativo: validações, processamento de dados e a comunicação da aplicação com o Banco de Dados e servidores.

O Back-end é responsável por coletar as informações enviadas das páginas do Front-end para uma base de dados*.

O desenvolvedor Back-end trabalhará com linguagens de programação**, mas o que destaca mesmo o desenvolvedor web não é a quantidade de linguagens de programação que ele conhece, mas a sua capacidade de interpretar algoritmos e o seu conhecimento sobre a lógica por trás da programação, além de possuir pleno conhecimento sobre o funcionamento de bancos de dados e servidores.

O trabalho do desenvolvedor Back-end pode ser um tanto abstrato, então seguem alguns exemplos de funcionalidades que são responsabilidades desse profissional:

Quando você cria a sua conta em um e-commerce, o Back-end cadastra seus dados no banco de dados da organização.
Quando você faz login, é através do Back-end que é possível validar se o nome de usuário e a senha estão corretos.
Em transações online, onde os seus dados serão enviados de forma criptografada para um sistema de pagamentos, como o PagSeguro, por exemplo; tem o trabalho do Back–end por trás.
Quando você precisa saber informações sobre a sua loja física como quantidade de produtos em estoque, faturamento, informações de clientes, tudo isso só é acessível através de programação Back-end.

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* O Back-end também transfere as informações da base de dados e as exibe nas páginas em HTML. Praticamente quase tudo que o programador entrega precisa do HTML para ser exibido ao usuário. O Back-end pode fazer tudo em programação desde sistemas robustos e grandes como CRM, ERP, CMS, Intranet, lojas virtuais, portais, aplicativos, sistema operacional, a programação menores como blog e site. Resumo: não há limites para um Back-end.

** Entre as linguagens mais conhecidas de programação destacam-se: PHP, Python, Ruby on Rails, .NET que apresentam facilidade de desenvolvimento web proporcionada ao desenvolvedor. O Back-end pode trabalhar com várias linguagens como PERL, C, C#,C++, VB, JSP, NodeJS, Java dentre outras cada uma com sua respectivas funções e necessidades.

Por trás do Back-end ou Front-end algo em comum:

O conhecimento para levar seu projeto sempre à frente.
Esses profissionais web tem suas características próprias tanto do ponto de vista de suas habilidades técnicas quanto dos objetivos e funções.

Espero ter conseguido passar para você a diferença entre esses dois profissionais, caso tenha alguma dúvida ou algo a acrescentar, deixe seu comentário que terei a maior satisfação em responder ou interagir.

O que é um site responsivo e a sua importância.

Mas afinal o que é um site responsivo?

Um site ou layout responsivo ou flexível é aquele que se encaixa em qualquer dispositivo do usuário (PC, celular, tablet, etc).

Um site responsivo muda a sua aparência e disposição com base no tamanho da tela em que o site é exibido. Se for uma tela pequena, os elementos se reorganizam para mostrar as coisas principais em primeiro lugar.

Sites não responsivos criam dificuldades como:

Em smartphones, a navegação e experiência do usuário ficam difíceis e limitadas tendo que usar recursos de zoom in e out para ler a página na íntegra. Outros detalhes como
botões e menus ficam desformatados porque não foram feitos para esse dispositivo ou resolução.

Preciso atualizar meu site para responsivo?

Sem dúvida. O Google lançou uma campanha chamada #MobileMadness onde desde 21 de abril de 2015 a compatibilidade de um site com dispositivos móveis se tornou um fator de classificação nos resultados de buscas do Google. Hoje é fundamental que o seu site seja responsivo pela experiência de navegação que deve passar para o usuário e também para ficar adequado aos buscadores e aumentar a sua relevância.

Como testar se um site é responsivo:

Existem dezenas de sites que simulam várias resoluções de telas para você testar o seu site, por exemplo, o Responsive Design Checker e a ferramenta Screenfy O Google também possui um site para você fazer um teste de compatibilidade com dispositivos móveis. Para acessá-lo clique aqui.

Um site responsivo custa mais caro?

Todos os sites que eu desenvolvo já vêm com essa tecnologia e esse serviço já está incluso no desenvolvimento do projeto.

Meu site não é responsivo. O que fazer?

Entre em contato comigo para conversarmos sobre isso, pois provavelmente o seu site tem tecnologia ultrapassada e só fazer o responsivo dele não irá ajudar muito e em muitos casos será preciso refazê-lo. Ou você também pode entrar em contato com o seu programador de confiança. Quanto antes fazer isso melhor, pois você pode estar perdendo acessos, vendas e ranqueamento no Google. Caso queira minha consultoria terei o maior prazer em poder lhe ajudar, basta clicar aqui solicitando um orçamento de otimização de projeto.

Os números falam por si (de acordo com a pesquisa da REVISTA EXAMES.)

A notícia recente de que o brasileiro já utiliza mais o aparelho celular do que o computador pessoal para acessar a Internet não impressionou quem acompanha as estatísticas de uso de celular no Brasil.

Afinal, o número de acessos em banda larga móvel já supera em muito o de banda fixa. Considerando acessos 3G e 4G, a banda larga móvel fechou o ano de 2015 no Brasil com quase 192 milhões de acessos, contra menos de 26 milhões em banda larga fixa.

O brasileiro já utiliza mais o aparelho celular do que o computador pessoal Click To Tweet

Outros números interessantes referentes às estatísticas de uso de celular no Brasil mostram o quanto a mobilidade está presente no dia a dia dos brasileiros:
– No final de 2014 o Brasil já era o 6º mercado mundial de smartphones, superado apenas por China, EUA, Índia, Japão e Rússia;
– No segundo trimestre de 2015 o número de brasileiros que usam o smartphone para acessar a Internet ultrapassou a marca de 72 milhões, representando um aumento de 23,5% em relação ao semestre anterior;
– O número de internautas brasileiros que realizam pagamentos através de seu smartphone dobrou em um ano, passando de 21% no final de 2014 para 46% em 2015 (dados de dezembro de 2015);
– 41% dos internautas brasileiros já realizaram pelo menos uma operação de compra de mercadorias físicas usando seu smartphone (dados de setembro de 2015);
– Crescimento do e-commerce no Brasil: em 2014 as compras por smartphone totalizaram R$15,1 bilhões, representando mais de um sexto do e-commerce brasileiro. Em novembro de 2015 essa marca já estava próxima de 20%, indicando que praticamente um quinto das compras já é realizado através do smartphone;
– Em pesquisa de novembro de 2015, 20% dos donos de smartphones possuíam algum aplicativo pago, e 45% realizaram algum tipo de compra “in-app” (isto é, de dentro de um aplicativo);
– Os donos de smartphones no Brasil possuem, em média, 15 aplicativos instalados (dados divulgados em dezembro de 2015), e o Whatsapp está presente em 93% dos aparelhos;
– 88% dos brasileiros que possuem smartphone usam o aparelho para trocar mensagens (dado de dezembro de 2015). Embora a percentagem de jovens seja naturalmente mais alta, 70% dos usuários com mais de 55 anos realizam operações do tipo.
– Aproximadamente 73% dos brasileiros que possuem smartphone não saem de casa sem ele e, para os jovens, é o item mais importante a ser levado a um evento, à frente de documentos e dinheiro (dados de junho de 2013);
– 26% dos donos de smartphones pedem comida através de aplicativos, e 20% os utilizam para chamar táxis ou para comprar ingressos para eventos;
– O Brasil é o terceiro país no ranking dos viajantes conectados.

Os dados mostram que o mercado nacional de smartphones está amadurecendo rapidamente. E que o comportamento, expectativa e intensidade de utilização de dispositivos móveis dos usuários brasileiros estão avançando de maneira irreversível, criando um novo canal para o relacionamento com clientes.

Viu a importância de ser ter um site responsivo? Não perca mais tempo, se o seu site não tem essa tecnologia procure rapidamente um profissional, pare de perder rankeamento e deixe o seu site ao alcance de todos.